{"id":3990,"date":"2014-03-27T23:00:00","date_gmt":"2014-03-27T23:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-marco-2014","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/en\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-marco-2014\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Mar\u00e7o 2014"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<span style=\"font-size: 12px; text-align: center;\"><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">AGENDA FISCAL MAR&Ccedil;O &ndash; IRS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At&eacute; ao dia 31 de mar&ccedil;o<\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o de rendimentos Modelo 3, em suporte de papel, pelos sujeitos passivos com rendimentos da Categoria A (trabalho dependente) e H (pens&otilde;es). Se tiverem auferido rendimentos destas categorias provenientes do estrangeiro, juntar&atilde;o &agrave; declara&ccedil;&atilde;o o Anexo J. Se tiverem Benef&iacute;cios Fiscais, dedu&ccedil;&otilde;es &agrave; coleta, acr&eacute;scimos ou rendimentos isentos sujeitos a englobamento apresentar&atilde;o, com a declara&ccedil;&atilde;o, o Anexo H.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da declara&ccedil;&atilde;o de altera&ccedil;&otilde;es, pelos sujeitos passivos de IRS que pretendam alterar o regime de determina&ccedil;&atilde;o do rendimento e que re&uacute;nam os pressupostos para exercer essa op&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">DESRECONHECIMENTO DE CR&Eacute;DITOS INCOBR&Aacute;VEIS &ndash; IRC<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi recentemente publicado um entendimento da AT, no Processo 2013 001629, que vem alterar o enquadramento que, at&eacute; ent&atilde;o, se atribu&iacute;a aos cr&eacute;ditos incobr&aacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em s&iacute;ntese, a AT vem pronunciar-se num caso concreto, defendendo que &ldquo;O simples facto de o cr&eacute;dito estar em mora h&aacute; mais de dois anos e de ter sido reconhecida uma perda por imparidade de 100% n&atilde;o significa, s&oacute; por si, que o direito contratual aos fluxos de caixa dele resultantes se extinguiu&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A AT considera que um activo financeiro s&oacute; deve ser desreconhecido quando os direitos contratuais aos recebimentos dele resultantes se realizam, expiram ou s&atilde;o transferidos para outra entidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nestes termos, conclui que:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Nos casos em que se proceda ao desreconhecimento dos cr&eacute;ditos de cobran&ccedil;a duvidosa &ndash; sem que se verifiquem os requisitos exigidos no art.&ordm; 41.&ordm; do C&oacute;digo do IRC para que o cr&eacute;dito possa ser considerado incobr&aacute;vel para efeitos fiscais &ndash;,o &ldquo;gasto&rdquo; associado &agrave; incobrabilidade do cr&eacute;dito vai constituir uma componente positiva do lucro tribut&aacute;vel. Da&iacute; que o respetivo montante tenha de ser acrescido no Quadro 07 da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 22.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8211; Este &ldquo;gasto&rdquo; s&oacute; n&atilde;o constitui uma componente positiva do lucro tribut&aacute;vel se, cumulativamente:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">I. O cr&eacute;dito estiver em mora h&aacute; mais de dois anos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">II. Ter j&aacute; sido reconhecida a perda por imparidade de 100%; e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">III. O desreconhecimento for motivado pela extin&ccedil;&atilde;o do direito do credor [situa&ccedil;&atilde;o prevista na al&iacute;nea (a) do &sect; 30 da NCRF 27], o que s&oacute; acontece quando ocorra qualquer uma das causas de extin&ccedil;&atilde;o das obriga&ccedil;&otilde;es, al&eacute;m do cumprimento, previstas no C&oacute;digo Civil.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">JURISPRUD&Ecirc;NCIA<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">O Tribunal Constitucional (TC) apreciou a eventual inconstitucionalidade da norma que permite que gerentes e administradores de uma sociedade que tenham colaborado dolosamente na pr&aacute;tica de uma infra&ccedil;&atilde;o sejam solidariamente respons&aacute;veis pelo pagamento da multa aplicada &agrave; sociedade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, o TC decidiu julgar essa norma inconstitucional, com for&ccedil;a obrigat&oacute;ria geral, por viola&ccedil;&atilde;o do princ&iacute;pio constitucional da pessoalidade das penas, que pro&iacute;be que estas possam ser transmitidas a terceiros. A imposi&ccedil;&atilde;o de uma responsabilidade solid&aacute;ria a terceiro para pagamento de multas aplicadas &agrave; pessoa coletiva, independentemente de ele poder ser corresponsabilizado como coautor ou c&uacute;mplice na pr&aacute;tica da infra&ccedil;&atilde;o, configura uma situa&ccedil;&atilde;o de transmiss&atilde;o da responsabilidade penal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isto porque &eacute; o gerente ou administrador quem passa a responder pelo cumprimento integral da san&ccedil;&atilde;o que foi aplicada a uma outra pessoa jur&iacute;dica, &agrave; pessoa coletiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est&aacute;-se, assim, perante uma transmiss&atilde;o de pena, na medida em que se verifica a imputa&ccedil;&atilde;o de responsabilidade a uma certa categoria de sujeitos para suprir a inoperatividade pr&aacute;tica da responsabilidade penal que recai sobre a pessoa coletiva e que, assim, fica livre do cumprimento da sua pena.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">ALTERA&Ccedil;&Otilde;ES LEGISLATIVAS E INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">Altera&ccedil;&otilde;es legislativas<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procede &agrave; retifica&ccedil;&atilde;o de incorre&ccedil;&otilde;es publicadas na Lei que procedeu &agrave; Reforma do IRC.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei do Or&ccedil;amento para 2014 passou a prever novos coeficientes para obten&ccedil;&atilde;o do rendimento tribut&aacute;vel quando a determina&ccedil;&atilde;o dos rendimentos empresariais e profissionais, da categoria B, &eacute; feita com base na aplica&ccedil;&atilde;o das regras decorrentes do regime simplificado.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicado no Portal das Finan&ccedil;as o Of&iacute;cio que aprova as taxas de derrama a aplicar ao per&iacute;odo de 2013, para cobran&ccedil;a em 2014, necess&aacute;rias ao preenchimento da Declara&ccedil;&atilde;o de Rendimentos Modelo 22.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Determinados Munic&iacute;pios aplicam uma taxa reduzida e outros concedem at&eacute; isen&ccedil;&atilde;o de taxa de derrama, condicionando a atribui&ccedil;&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o ao volume de neg&oacute;cios do sujeito passivo ou &agrave; natureza da atividade desenvolvida.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A BELZUZ encontra-se inteiramente dispon&iacute;vel para auxiliar e esclarecer qualquer quest&atilde;o que possa surgir relativamente a estas ou outras mat&eacute;rias.<\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-3990","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/3990","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3990"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3990"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=3990"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=3990"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=3990"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=3990"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}