{"id":3992,"date":"2014-04-28T22:00:00","date_gmt":"2014-04-28T22:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-abril-2014","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/en\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-abril-2014\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Abril 2014"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<span style=\"font-size: 12px; text-align: center;\"><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">AGENDA FISCAL ABRIL &ndash; IRS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At&eacute; ao dia 30 de abril<\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o de rendimentos Modelo 3, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelos sujeitos passivos com rendimentos da Categoria A (trabalho dependente) e H (pens&otilde;es). Se tiverem auferido rendimentos destas categorias provenientes do estrangeiro, ter&atilde;o de preencher o Anexo J; se tiverem Benef&iacute;cios Fiscais, dedu&ccedil;&otilde;es &agrave; coleta, acr&eacute;scimos ou rendimentos isentos sujeitos a englobamento apresentar&atilde;o, com a declara&ccedil;&atilde;o o Anexo H.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o de rendimentos Modelo 3, em suporte de papel, com anexos, pelos sujeitos passivos com rendimentos das Categoria A (trabalho dependente), F (prediais), G (mais-valias) ou H (pens&otilde;es). Se tiverem auferido rendimentos destas categorias, no estrangeiro, juntar&atilde;o &agrave; declara&ccedil;&atilde;o o Anexo J. Se tiverem Benef&iacute;cios Fiscais, dedu&ccedil;&otilde;es &agrave; coleta, acr&eacute;scimos ou rendimentos isentos sujeitos a englobamento apresentar&atilde;o, com a declara&ccedil;&atilde;o, o Anexo H.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>At&eacute; ao dia 31 de maio<\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 3, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelos sujeitos passivos com rendimentos das Categoria A (trabalho dependente), B (empresariais e profissionais), E (capitais), F (prediais), G (mais valias) e H (pens&otilde;es). Se tiverem auferido rendimentos destas categorias no estrangeiro, ter&atilde;o de preencher o Anexo J. Se tiverem Benef&iacute;cios Fiscais, dedu&ccedil;&otilde;es &agrave; coleta, acr&eacute;scimos ou rendimentos isentos sujeitos a englobamento apresentar&atilde;o, com a declara&ccedil;&atilde;o, o Anexo H.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 18, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelas entidades emitentes de vales de refei&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">REVOGA&Ccedil;&Atilde;O DO CERTIFICADO DO PROGRAMA DE FATURA&Ccedil;&Atilde;O iECR <\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Despacho do Secret&aacute;rio de Estado dos Assuntos Fiscais de 24 de abril de 2014<\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi determinada a revoga&ccedil;&atilde;o do certificado do programa de fatura&ccedil;&atilde;o iECR, com o n.&ordm; 1194, na medida em que existem fundados ind&iacute;cios de utiliza&ccedil;&atilde;o fraudulenta do referido programa e o mesmo n&atilde;o cumpre com os requisitos de certifica&ccedil;&atilde;o legalmente previstos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\">Os sujeitos passivos que possuam este programa devem cessar de o utilizar, para todos os efeitos legais.<\/span>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Relembramos que os programas e equipamentos inform&aacute;ticos de fatura&ccedil;&atilde;o dependem da pr&eacute;via certifica&ccedil;&atilde;o pela Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira (AT). Atualmente, a utiliza&ccedil;&atilde;o de programas certificados de fatura&ccedil;&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria para os sujeitos passivos de IRC, IRS e IVA que tenham um volume de neg&oacute;cios anual superior a &euro;100.000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A certifica&ccedil;&atilde;o dos programas de fatura&ccedil;&atilde;o &eacute; um instrumento fundamental e eficaz no combate &agrave; fraude fiscal, &agrave; evas&atilde;o fiscal e &agrave; economia paralela, uma vez que os sujeitos passivos abrangidos passam a estar obrigados a utilizar equipamentos e programas que, sendo certificados, oferecem garantias de inviolabilidade dos registos efetuados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dada a import&acirc;ncia deste instrumento de combate &agrave; fraude fiscal, &agrave; evas&atilde;o fiscal e &agrave; economia paralela &eacute; fundamental assegurar que os programas que tenham sido objeto de certifica&ccedil;&atilde;o continuam a cumprir com os requisitos de certifica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o permitindo quaisquer tipos de utiliza&ccedil;&otilde;es fraudulentas.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">JURISPRUD&Ecirc;NCIA<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ac&oacute;rd&atilde;o do Supremo Tribunal Administrativo de 9 de abril de 2014<\/strong>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\">A quest&atilde;o decidenda no presente recurso &eacute; a de saber se os terrenos para constru&ccedil;&atilde;o se subsumem no conceito de pr&eacute;dios com &ldquo;afecta&ccedil;&atilde;o habitacional&rdquo; para efeitos de incid&ecirc;ncia do Imposto de Selo a que se referia a verba 28 da Tabela Geral do Imposto do Selo na sua reda&ccedil;&atilde;o origin&aacute;ria (que entretanto foi alterada com a Lei do Or&ccedil;amento do Estado para 2014).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O STA n&atilde;o colheu o entendimento propugnado pela Autoridade Tribut&aacute;ria sustentando que &ldquo;n&atilde;o tendo o legislador definido o conceito de &ldquo;pr&eacute;dios (urbanos) com afecta&ccedil;&atilde;o habitacional&rdquo;, e resultando do artigo 6.&ordm; do C&oacute;digo do IMI &#8211; subsidiariamente aplic&aacute;vel ao Imposto do Selo previsto na nova verba n.&ordm; 28 da Tabela Geral &#8211; uma clara distin&ccedil;&atilde;o entre &ldquo;pr&eacute;dios urbanos habitacionais&rdquo; e &ldquo;terrenos para constru&ccedil;&atilde;o&rdquo;, n&atilde;o podem estes ser considerados, para efeitos de incid&ecirc;ncia do Imposto do Selo, como pr&eacute;dios urbanos com afecta&ccedil;&atilde;o habitacional&rdquo;.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei n.&ordm; 83 &#8211; C\/2013, de 31 de dezembro, que aprovou o Or&ccedil;amento do Estado para 2014, alterou o limite previsto no n.&ordm; 2 do art.&deg; 28&deg; do C&oacute;digo do IRS, determinando que ficam abrangidos pelo regime simplificado os sujeitos passivos que, no exerc&iacute;cio da sua atividade, n&atilde;o tenham ultrapassado no per&iacute;odo de tributa&ccedil;&atilde;o imediatamente anterior um montante anual il&iacute;quido de rendimentos da categoria B de &euro; 200.000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presente Of&iacute;cio vem esclarecer as consequentes implica&ccedil;&otilde;es para 2014 ao n&iacute;vel do enquadramento dos sujeitos passivos no regime simplificado.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei n.&ordm; 2\/2014, de 16 de janeiro, procedeu &agrave; reforma da tributa&ccedil;&atilde;o das sociedades, alterando o C&oacute;digo do IRC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com a referida lei foi criado o regime simplificado de determina&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria colet&aacute;vel.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No sentido de esclarecimento de d&uacute;vidas que este regime possa suscitar, foi, publicada a presente Circular para sancionar o entendimento da Autoridade Tribut&aacute;ria quanto ao &acirc;mbito de aplica&ccedil;&atilde;o e aspetos procedimentais deste regime.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A BELZUZ encontra-se inteiramente dispon&iacute;vel para auxiliar e esclarecer qualquer quest&atilde;o que possa surgir relativamente a estas ou outras mat&eacute;rias.<\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-3992","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/3992","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3992"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3992"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=3992"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=3992"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=3992"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=3992"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}