{"id":4025,"date":"2014-11-30T23:00:00","date_gmt":"2014-11-30T23:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-novembro-2014-2","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/en\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-novembro-2014-2\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Novembro 2014"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, publicadas neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline; font-size: 12pt;\"><strong>AGENDA FISCAL DEZEMBRO<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 10<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRS<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelas entidades devedoras de rendimentos do trabalho dependente sujeitos a IRS, ainda que dele isentos, bem como os que se encontrem exclu&iacute;dos de tributa&ccedil;&atilde;o, nos termos dos artigos 2.&ordm; e 12.&ordm; do C&oacute;digo do IRS, para comunica&ccedil;&atilde;o daqueles rendimentos e respetivas reten&ccedil;&otilde;es de imposto, das dedu&ccedil;&otilde;es efetuadas relativamente a contribui&ccedil;&otilde;es obrigat&oacute;rias para regimes de prote&ccedil;&atilde;o social e subsistemas legais de sa&uacute;de e a quotiza&ccedil;&otilde;es sindicais, relativas ao m&ecirc;s anterior.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IVA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Envio da Declara&ccedil;&atilde;o Peri&oacute;dica, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, acompanhada dos anexos que se mostrem devidos, pelos sujeitos passivos do regime normal mensal, relativa &agrave;s opera&ccedil;&otilde;es efetuadas em outubro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Pagamento do Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA), a efetuar nos balc&otilde;es dos servi&ccedil;os de finan&ccedil;as ou dos CTT ou ainda (para import&acirc;ncias n&atilde;o superiores a &euro;100 000,00), atrav&eacute;s do multibanco, correspondente ao imposto apurado na declara&ccedil;&atilde;o respeitante a outubro, pelos sujeitos passivos abrangidos pela periodicidade mensal do regime normal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 15<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Terceiro pagamento por conta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC) devido por entidades residentes que exercem, a t&iacute;tulo principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agr&iacute;cola e por n&atilde;o residentes com estabelecimento est&aacute;vel, com per&iacute;odo de tributa&ccedil;&atilde;o coincidente com o ano civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IMT<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Os not&aacute;rios e outros funcion&aacute;rios ou entidades que desempenhem fun&ccedil;&otilde;es notariais, bem como as entidades e profissionais com compet&ecirc;ncia para autenticar documentos particulares que titulem atos ou contratos sujeitos a registo predial, devem submeter, at&eacute; ao dia 15 de cada m&ecirc;s, &agrave; Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira, os seguintes elementos:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 90px;\">a) Em suporte eletr&oacute;nico (Modelo11), uma rela&ccedil;&atilde;o dos atos ou contratos sujeitos a IMT, ou dele isentos, efetuados no m&ecirc;s antecedente, contendo, relativamente a cada um desses atos, o n&uacute;mero, data e import&acirc;ncia dos documentos de cobran&ccedil;a ou os motivos da isen&ccedil;&atilde;o, nomes dos contratantes, artigos matriciais e respetivas freguesias, ou men&ccedil;&atilde;o dos pr&eacute;dios omissos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 90px;\">b) C&oacute;pia das procura&ccedil;&otilde;es que confiram poderes de aliena&ccedil;&atilde;o de bens im&oacute;veis em que, por ren&uacute;ncia ao direito de revoga&ccedil;&atilde;o ou cl&aacute;usula de natureza semelhante, o representado deixe de poder revogar a procura&ccedil;&atilde;o, bem como dos respetivos substabelecimentos, referentes ao m&ecirc;s anterior;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 90px;\">c) C&oacute;pia das escrituras ou documentos particulares autenticados de divis&otilde;es de coisa comum e de partilhas de que fa&ccedil;am parte bens im&oacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>DERRAMA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Terceiro pagamento adicional por conta da derrama estadual devido por entidades residentes que exercem, a t&iacute;tulo principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agr&iacute;cola e por n&atilde;o residentes com estabelecimento est&aacute;vel que tenham no ano anterior um lucro tribut&aacute;vel superior a &euro; 1 500 000 com per&iacute;odo de tributa&ccedil;&atilde;o coincidente com o ano civil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRS<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 11, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelos Not&aacute;rios e outros funcion&aacute;rios ou entidades que desempenhem fun&ccedil;&otilde;es notariais, bem como as entidades ou profissionais com compet&ecirc;ncia para autenticar documentos particulares que titulem atos ou contratos sujeitos a registo predial, ou que intervenham em opera&ccedil;&otilde;es previstas nas al&iacute;neas b), f) e g do n.&ordm; 1 do artigo 10.&ordm;, das rela&ccedil;&otilde;es dos atos praticados no m&ecirc;s anterior, suscet&iacute;veis de produzir rendimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IMI<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da participa&ccedil;&atilde;o de rendas relativas a dezembro, pelos sujeitos passivos que sejam propriet&aacute;rios, usufrutu&aacute;rios ou superfici&aacute;rios de pr&eacute;dios urbanos, arrendados por contratos celebrados antes da entrada em vigor do Regime do Arrendamento Urbano e que estejam a beneficiar do regime previsto no artigo 15&ordm;-N do Decreto-Lei n.&ordm; 287\/2003 de 12 de novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 22<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega das import&acirc;ncias retidas, no m&ecirc;s anterior, para efeitos de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor energ&eacute;tico<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor energ&eacute;tico calculado sobre os ativos fixos tang&iacute;veis e intang&iacute;veis pelas pessoas singulares ou coletivas abrangidas pelo n.&ordm; s 2 e 4 do artigo 6.&ordm; que integrem o setor energ&eacute;tico nacional a 1 de janeiro de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>SELO<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega das import&acirc;ncias liquidadas, no m&ecirc;s anterior, para efeitos de Imposto do Selo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRS<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega das import&acirc;ncias retidas, no m&ecirc;s anterior, para efeitos de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Terceiro pagamento por conta do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) de titulares de rendimentos da categoria B.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IVA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Recapitulativa, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelos sujeitos passivos do regime normal mensal que no m&ecirc;s anterior tenham efetuado transmiss&otilde;es intracomunit&aacute;rias de bens e\/ou presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os a sujeitos passivos registados noutros Estados Membro, quando tais opera&ccedil;&otilde;es sejam a&iacute; localizadas nos termos do art.&ordm; 6.&ordm; do CIVA, e para os sujeitos passivos do regime normal trimestral quando o total das transmiss&otilde;es intracomunit&aacute;rias de bens a incluir na declara&ccedil;&atilde;o tenha no trimestre em curso (ou em qualquer m&ecirc;s do trimestre) excedido o montante de &euro; 50.000.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Recapitulativa, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelos sujeitos passivos isentos ao abrigo do art.&ordm; 53.&ordm; que tenham efetuado presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os a sujeitos passivos registados noutros Estados Membro, no m&ecirc;s anterior, quando tais opera&ccedil;&otilde;es sejam a&iacute; localizadas nos termos do art.&ordm; 6.&ordm; do CIVA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 26<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IVA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Comunica&ccedil;&atilde;o, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, dos elementos das faturas emitidas no m&ecirc;s anterior pelas pessoas singulares ou coletivas que tenham sede, estabelecimento, est&aacute;vel ou domic&iacute;lio fiscal em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s e que aqui pratiquem opera&ccedil;&otilde;es sujeitas a IVA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 31<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Mini Balc&atilde;o &Uacute;nico<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da declara&ccedil;&atilde;o de registo no mini balc&atilde;o &uacute;nico, pelos sujeitos passivos n&atilde;o estabelecidos no Estado-membro de consumo ou n&atilde;o estabelecidos na Comunidade que prestem servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, de radiodifus&atilde;o ou televis&atilde;o e servi&ccedil;os por via eletr&oacute;nica a pessoas que n&atilde;o sejam sujeitos passivos, estabelecidas ou domiciliadas na Comunidade, que pretendam optar pela aplica&ccedil;&atilde;o o regime especial do IVA a que se refere o artigo 3.&ordm; do DL 158\/2014, de 24 de Outubro. A entrada em vigor do regime ocorrer&aacute; em 1 de janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IUC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Liquida&ccedil;&atilde;o, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, e pagamento do Imposto &Uacute;nico de Circula&ccedil;&atilde;o (IUC), relativo aos ve&iacute;culos cujo anivers&aacute;rio da matr&iacute;cula ocorra no presente m&ecirc;s. As pessoas singulares tamb&eacute;m poder&atilde;o solicitar a liquida&ccedil;&atilde;o em qualquer servi&ccedil;o de finan&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IVA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, do pedido de restitui&ccedil;&atilde;o IVA pelos sujeitos passivos do imposto suportado, no pr&oacute;prio ano civil, noutro Estado Membro ou pa&iacute;s terceiro (neste caso em suporte de papel), quando o montante a reembolsar for superior a &euro; 400 e respeitante a um per&iacute;odo n&atilde;o inferior a tr&ecirc;s meses consecutivos, tal como refere o Decreto-Lei n.&ordm; 186\/2009, de 12 de agosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>ALTERA&Ccedil;&Otilde;ES LEGISLATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Altera&ccedil;&otilde;es fiscais<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada em Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica a Lei n.&ordm; 75-A\/2014, de 30 de setembro, que procedeu a diversas altera&ccedil;&otilde;es fiscais, designadamente:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&#8211; Classifica&ccedil;&atilde;o das contraordena&ccedil;&otilde;es<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&#8211; Antecipa&ccedil;&atilde;o do pagamento da coima<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&#8211; Certifica&ccedil;&atilde;o de software de fatura&ccedil;&atilde;o<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O limite m&iacute;nimo da coima pela falta de utiliza&ccedil;&atilde;o de software de fatura&ccedil;&atilde;o certificado ou que n&atilde;o cumpra os requisitos legais, &eacute; aumentado de 375 Euros e 1.500 Euros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, de radiodifus&atilde;o ou televis&atilde;o e servi&ccedil;os por via eletr&oacute;nica<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 24 de dezembro foi publicado o Decreto-Lei n.&ordm; 158\/2014 que altera o C&oacute;digo do IVA e aprova o novo regime especial do IVA para sujeitos passivos n&atilde;o estabelecidos no Estado membro de consumo ou n&atilde;o estabelecidos na Comunidade que prestem servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, de radiodifus&atilde;o ou televis&atilde;o e servi&ccedil;os por via eletr&oacute;nica a pessoas que n&atilde;o sejam sujeitos passivos, estabelecidas ou domiciliadas na Comunidade, as quais passam a ser tributadas no lugar onde o destinat&aacute;rio est&aacute; estabelecido ou tem o seu domic&iacute;lio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As novas regras entram em vigor no dia 1 de Janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Novo C&oacute;digo Fiscal do Investimento &#8211; Decreto-Lei n.&ordm; 162\/2014, de 31 de outubro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada em Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica a Lei n.&ordm; 162\/2014, de 31 de outubro, que aprova um novo C&oacute;digo Fiscal do Investimento e procede &agrave; revis&atilde;o dos regimes de benef&iacute;cios fiscais ao investimento produtivo, e respetiva regulamenta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ&ecirc;ncia da reforma do IRC e com o objetivo de intensificar o apoio ao investimento, favorecendo o crescimento sustent&aacute;vel, a cria&ccedil;&atilde;o de emprego, e contribuindo para o refor&ccedil;o da estrutura de capital das empresas, o Governo prop&otilde;e-se agora promover a revis&atilde;o global dos regimes de benef&iacute;cios ao investimento e &agrave; capitaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste contexto, o Governo considerou premente a revis&atilde;o do C&oacute;digo Fiscal do Investimento de modo a, por um lado, adapt&aacute;-lo ao novo quadro legislativo europeu aplic&aacute;vel aos aux&iacute;lios estatais para o per&iacute;odo 2014-2020 e, por outro lado, refor&ccedil;ar os diversos regimes de benef&iacute;cios fiscais ao investimento, em particular no que se refere a investimentos que proporcionem a cria&ccedil;&atilde;o ou manuten&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho e se localizem em regi&otilde;es menos favorecidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, e no que se refere aos benef&iacute;cios fiscais contratuais, &eacute; aumentado o limite m&aacute;ximo do cr&eacute;dito de imposto em sede de IRC, sendo aumentadas as majora&ccedil;&otilde;es previstas para investimentos realizados em regi&otilde;es com um poder de compra per capita significativamente inferior &agrave; m&eacute;dia nacional, que proporcionem a cria&ccedil;&atilde;o ou a manuten&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho ou que contribuam para a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica ou para a prote&ccedil;&atilde;o do ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, relativamente ao Regime Fiscal de Apoio ao Investimento, &eacute; tamb&eacute;m aumentado o limite do cr&eacute;dito de imposto em sede de IRC, sendo ainda alargado o per&iacute;odo m&aacute;ximo de isen&ccedil;&atilde;o de Imposto Municipal sobre Im&oacute;veis, bem como o &acirc;mbito de aplica&ccedil;&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o de Imposto do Selo, incentivando o empreendedorismo, a inova&ccedil;&atilde;o e favorecendo a cria&ccedil;&atilde;o de empresas com estruturas de capital saud&aacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Ministros n.&ordm; 62\/2014, de 4 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova minutas de aditamento a contratos fiscais de investimento, a contratos de investimento e a contratos de concess&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais e declara a resolu&ccedil;&atilde;o de contratos de investimento e de contratos de concess&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 91\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e Barbados para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Londres, a 22 de outubro de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 92\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica do Senegal para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Lisboa, em 13 de junho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 101\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e Barbados para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Londres, em 22 de outubro de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 102\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica do Senegal para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Lisboa, em 13 de junho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 95\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de S&atilde;o Marino para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em S&atilde;o Marino em 18\/11\/2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 96\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica Federal da Eti&oacute;pia para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Adis Abeba, a 25\/05\/2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 103\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de S&atilde;o Marino para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em S&atilde;o Marino em 18\/11\/2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 104\/2014, de 13 de novembro &#8211; Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica Federal da Eti&oacute;pia para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Adis Abeba, a 25\/05\/2013.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es &ndash; Inser&ccedil;&atilde;o de valores negativos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 3 de dezembro, por despacho do Diretor Geral da Autoridade Tribut&aacute;ria, foi disponibilizado um novo formato de ficheiro bem como uma nova vers&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o para entrega da DMR que permita a inser&ccedil;&atilde;o de valores negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es &ndash; Presta&ccedil;&atilde;o de esclarecimentos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Dire&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os do IRS publicou o Of&iacute;cio-circulado n.&ordm; 20173\/2014, de 14 de dezembro, para presta&ccedil;&atilde;o de esclarecimentos sobre o reporte de valores negativos pelas entidades pagadoras de rendimentos quando procederem, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, a acertos relativamente a rendimentos pagos e a reten&ccedil;&otilde;es na fonte efetuadas em meses anteriores do mesmo ano, os quais podem originar, no m&ecirc;s do acerto, valores negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>FICHAS DOUTRIN&Aacute;RIAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Obriga&ccedil;&otilde;es contabil&iacute;sticas das empresas &ndash; Prazo de conserva&ccedil;&atilde;o de documentos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Of&iacute;cio-circulado 20173\/2014 &ndash; DSIRS, de 14 de novembro &#8211; Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es &#8211; Inser&ccedil;&atilde;o de valores negativos.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES VINCULATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Cr&eacute;dito Fiscal Extraordin&aacute;rio ao Investimento (CFEI) &ndash; Transpar&ecirc;ncia fiscal A Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira pronunciou-se num caso concreto sobre se as entidades sujeitas ao regime da transpar&ecirc;ncia fiscal podem usufruir do benef&iacute;cio fiscal previsto na Lei n.&ordm; 49\/2013, de 16 de julho &ndash; Cr&eacute;dito Fiscal Extraordin&aacute;rio ao Investimento (CFEI), tendo sancionado o seguinte entendimento:<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&ldquo;Podem usufruir do benef&iacute;cio fiscal previsto na Lei n.&ordm; 49\/2013, de 16 de julho &ndash; Cr&eacute;dito Fiscal Extraordin&aacute;rio ao Investimento (CFEI) os sujeitos passivos de IRC que exer&ccedil;am, a t&iacute;tulo principal, uma atividade de natureza comercial, industrial ou agr&iacute;cola, o que inclui, por for&ccedil;a do n.&ordm; 4 do artigo 3.&ordm; do C&oacute;digo do IRC, os sujeitos passivos que desenvolvam atividades de presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No essencial, o CFEI permite uma dedu&ccedil;&atilde;o &agrave; coleta de IRC no montante de 20% do investimento, at&eacute; um m&aacute;ximo de 70% daquela coleta. No limite, este incentivo pode reduzir para 7,5% a taxa geral efetiva de IRC para investimentos em ativos afetos &agrave; explora&ccedil;&atilde;o, realizados entre 1 de junho e 31 de dezembro de 2013. O montante m&aacute;ximo das despesas de investimento eleg&iacute;veis &eacute; de cinco milh&otilde;es de euros, sendo poss&iacute;vel a sua dedu&ccedil;&atilde;o &agrave; coleta de IRC por um per&iacute;odo de 5 anos, em caso de insufici&ecirc;ncia da mesma no per&iacute;odo de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por seu lado, nos termos do artigo 12.&ordm; do C&oacute;digo do IRC, as sociedades e outras entidades abrangidas pelo regime da transpar&ecirc;ncia fiscal n&atilde;o s&atilde;o tributadas em sede daquele imposto, salvo quanto &agrave;s tributa&ccedil;&otilde;es aut&oacute;nomas. Embora seja relativamente &agrave; sociedade ou entidade transparente que tem lugar o apuramento da mat&eacute;ria colet&aacute;vel, a tributa&ccedil;&atilde;o &eacute; feita na esfera dos respetivos s&oacute;cios ou membros mediante a imputa&ccedil;&atilde;o de resultados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este facto n&atilde;o obsta a que a pr&oacute;pria sociedade ou entidade transparente seja considerada sujeito passivo de IRC, na medida em que re&uacute;na os pressupostos contidos na respetiva norma de incid&ecirc;ncia pessoal&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4025","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4025","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4025"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4025"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4025"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4025"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4025"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4025"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}