{"id":4125,"date":"2016-06-30T22:00:00","date_gmt":"2016-06-30T22:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-noticias-julho-agosto-2016","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/en\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-noticias-julho-agosto-2016\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Julho &#8211; Agosto 2016"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<br \/>\n\t<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Atrav&eacute;s da presente newsletter fiscal, a equipa de especialistas fiscais da Belzuz Advogados d&aacute;-lhe a conhecer as principais novidades fiscais e tribut&aacute;rias, verificadas neste per&iacute;odo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Real&ccedil;a-se como principal novidade em mat&eacute;ria fiscal e tribut&aacute;ria, a cria&ccedil;&atilde;o do novo C&oacute;digo Fiscal do Investimento na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira, que procede &agrave; adapta&ccedil;&atilde;o do C&oacute;digo<br \/>\n\tFiscal do Investimento &agrave;s especificidades daquela Regi&atilde;o Aut&oacute;noma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Salienta-se ainda a publica&ccedil;&atilde;o da ficha Doutrin&aacute;ria relativa ao Processo n.&ordm; 2014 002462, de 12 de maio de 2016, relativa ao desreconhecimento de cr&eacute;ditos incobr&aacute;veis n&atilde;o abrangidos pelo art.&ordm; 41.&ordm;<br \/>\n\tdo C&oacute;digo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC). O novo entendimento da Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira (AT) difundida nesta ficha doutrin&aacute;ria, vem permitir para efeitos fiscais que, sejam desreconhecidos, cr&eacute;ditos<br \/>\n\tde cobran&ccedil;a duvidosa que, que se encontrem em imparidade total, desde que o cr&eacute;dito esteja em mora h&aacute; mais de dois anos e a imparidade tenha sido aceite para efeitos fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>NOVIDADES LEGISLATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Portaria n.&ordm; 165-A\/2016, de 14 de junho &#8211; Altera&ccedil;&atilde;o &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es de aplica&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio e &agrave; &ldquo;Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 26&rdquo;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Tendo em conta as altera&ccedil;&otilde;es introduzidas pela lei do Or&ccedil;amento do Estado para 2016 (Lei n.&ordm; 7-A\/2016, de 30 de mar&ccedil;o) ao regime da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio, nomeadamente quanto ao &acirc;mbito<br \/>\n\tdas incid&ecirc;ncias subjetiva e objetiva, bem como ao intervalo das taxas aplic&aacute;veis &agrave; base de incid&ecirc;ncia, a Portaria n.&ordm; 165-A\/2016, de 14 de junho vem alterar a Portaria n.&ordm; 121\/2011, de 30 de mar&ccedil;o, que regulamenta<br \/>\n\te estabelece as condi&ccedil;&otilde;es de aplica&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio e bem assim a &ldquo;Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 26&rdquo;, atrav&eacute;s da qual os sujeitos passivos efetuam a correspondente<br \/>\n\tliquida&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Decreto Legislativo Regional n.&ordm; 24\/2016\/M, de 28 de junho &ndash; Cria o C&oacute;digo Fiscal do Investimento na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Atrav&eacute;s do Decreto Legislativo Regional n.&ordm; 24\/2016\/M, de 28 de junho, a Assembleia Legislativa da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira aprovou o C&oacute;digo Fiscal do Investimento da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira que adapta<br \/>\n\tos regimes de benef&iacute;cios fiscais aprovados no C&oacute;digo Fiscal do Investimento, &agrave;s especificidades da Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">O C&oacute;digo Fiscal do Investimento na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira vem estabelecer:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&bull; O Regime de Benef&iacute;cios Fiscais Contratuais ao Investimento Produtivo na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&bull; O Regime Fiscal de Apoio ao Investimento na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (RFAI-RAM);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&bull; O Regime de Dedu&ccedil;&atilde;o por Lucros Retidos e Reinvestidos na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (DLRRRAM);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 60px;\">&bull; O Sistema de Incentivos Fiscais em Investiga&ccedil;&atilde;o e Desenvolvimento Empresarial na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (SIFIDE-RAM).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Circular n.&ordm; 3\/2016 de 2 de junho &#8211; Reten&ccedil;&atilde;o na Fonte sobre Rendimentos do Trabalho Dependente e Pens&otilde;es &#8211; Tabelas de Reten&ccedil;&atilde;o para 2016 &#8211; Continente (Artigo 99&ordm; &#8211; F)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">No dia 2 de junho de 2016, foi publicada a Circular n.&ordm; 3\/2016, que divulga as tabelas de reten&ccedil;&atilde;o na fonte de Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (IRS) para os titulares de rendimentos do trabalho dependente e de pens&otilde;es<br \/>\n\tcom resid&ecirc;ncia fiscal no territ&oacute;rio portugu&ecirc;s, com exce&ccedil;&atilde;o das Regi&otilde;es Aut&oacute;nomas dos A&ccedil;ores e da Madeira, a aplicar em 2016, aprovadas por Despacho n.&ordm; 6201-A\/2016, de 10 de maio, do Secret&aacute;rio<br \/>\n\tde Estado dos Assuntos Fiscais<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Oficio-Circulado n.&ordm; 30181\/2016 de 6 de junho &#8211; IVA &#8211; Alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas &#8211; verbas 1.8 e 3.1 da lista II anexa ao C&oacute;digo do IVA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Tendo em conta as altera&ccedil;&otilde;es introduzidas pela Lei do Or&ccedil;amento do Estado para 2016, &agrave; verba 1.8, na categoria 3 e na verba 3.1, da Lista II (Bens e servi&ccedil;os sujeitos a taxa interm&eacute;dia) anexa ao C&oacute;digo<br \/>\n\tdo IVA, nos termos das quais, passam a estar abrangidas pela taxa interm&eacute;dia (com efeitos a partir de 1 de julho de 2016):<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px; padding-left: 30px;\">(i) As refei&ccedil;&otilde;es prontas a consumir, nos regimes de pronto a comer e levar ou com entrega ao domic&iacute;lio; e<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px; padding-left: 30px;\">(ii) as presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os de alimenta&ccedil;&atilde;o e bebidas, com exclus&atilde;o das bebidas alco&oacute;licas, refrigerantes, sumos, n&eacute;ctares e &aacute;guas gaseificadas ou adicionadas de g&aacute;s carb&oacute;nico<br \/>\n\tou outras subst&acirc;ncias. Quando o servi&ccedil;o incorpore elementos sujeitos a taxas distintas para o qual &eacute; fixado um pre&ccedil;o &uacute;nico, o valor tribut&aacute;vel deve ser repartido pelas v&aacute;rias taxas, tendo por base a rela&ccedil;&atilde;o<br \/>\n\tproporcional entre o pre&ccedil;o de cada elemento da opera&ccedil;&atilde;o e o pre&ccedil;o total que seria aplicado de acordo com a tabela de pre&ccedil;os ou proporcionalmente ao valor normal dos servi&ccedil;os que comp&otilde;em a opera&ccedil;&atilde;o.<br \/>\n\tN&atilde;o sendo efetuada aquela reparti&ccedil;&atilde;o, &eacute; aplic&aacute;vel a taxa mais elevada &agrave; totalidade do servi&ccedil;o;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">No dia 6 de junho de 2016, foi publicada a referida circular, que veio esclarecer alguns conceitos, nomear alguns exemplos e prestar alguns esclarecimentos adicionais sobre as referidas verbas, com vista uma aplica&ccedil;&atilde;o uniforme da nova lei<br \/>\n\tpor parte dos servi&ccedil;os e demais interessados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Of&iacute;cio-Circulado n.&ordm; 20192\/2016 de 7 de junho &ndash; DSIRC &#8211; Taxa de reten&ccedil;&atilde;o na fonte a aplicar aos rendimentos de capitais obtidos por entidades enquadradas nas al&iacute;neas a) a c) do n.&ordm; 1 do artigo 9.&ordm; do c&oacute;digo do IRC<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O Of&iacute;cio-Circulado n.&ordm; 20192\/2016 de 7 de junho, veio esclarecer que aos rendimentos de capitais obtidos pelas entidades referidas naquelas al&iacute;neas (Estado, as regi&otilde;es aut&oacute;nomas e as autarquias locais, entre outras) deve<br \/>\n\tser aplic&aacute;vel a taxa de 21%, nos termos do artigo 87.&ordm; n.&ordm; 5 do C&oacute;digo do IRC (i.e., a taxa aplic&aacute;vel ao rendimento global de entidades com sede ou dire&ccedil;&atilde;o efetiva em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s que<br \/>\n\tn&atilde;o exer&ccedil;am, a t&iacute;tulo principal, atividades de natureza comercial, industrial ou agr&iacute;cola).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Of&iacute;cio-Circulado n.&ordm; 20193\/2016 de 23 de junho &ndash; Sistema de invent&aacute;rio permanente (SIP) e contabilidade regularmente organizada como condi&ccedil;&atilde;o de atribui&ccedil;&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais; periodicidade de registo contabil&iacute;stico em SIP.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Tendo sido suscitadas d&uacute;vidas relacionadas com o Sistema de invent&aacute;rio permanente (SIP) foi publicado o Of&iacute;cio-Circulado n.&ordm; 20193\/2016 de 23 de junho que vem esclarecer determinados pontos relativos a este tema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Circular n.&ordm; 4\/2016 de 23 de junho &#8211; Tabelas de Reten&ccedil;&atilde;o na Fonte sobre Rendimentos do Trabalho Dependente e Pens&otilde;es para 2016 &#8211; A&ccedil;ores<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Foi publicada a Circular n.&ordm; 4\/2016, que divulga as tabelas de reten&ccedil;&atilde;o na fonte de IRS para os titulares de rendimentos do trabalho dependente e de pens&otilde;es com resid&ecirc;ncia fiscal na Regi&atilde;o Aut&oacute;nomas dos A&ccedil;ores,<br \/>\n\ta aplicar em 2016, aprovadas por Despacho n.&ordm; 6635-A\/2016, de 19 de Maio, do Secret&aacute;rio de Estado dos Assuntos Fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong> INFORMA&Ccedil;&Otilde;ES VINCULATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Ficha Doutrin&aacute;ria &ndash; Processo n.&ordm; 2014 002462, de 12 de maio de 2016 &#8211; Desreconhecimento de cr&eacute;ditos incobr&aacute;veis n&atilde;o abrangidos pelo art.&ordm; 41.&ordm; do CIRC<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">No dia 12 de maio de 2016, foi publicada a ficha Doutrin&aacute;ria &ndash; Processo n.&ordm; 2014 002462, de 12 de maio de 2016, que veio alterar o entendimento sancionado na anterior Ficha Doutrin&aacute;ria &#8211; Processo n.&ordm; 2013 001629, emitida<br \/>\n\tno dia 28 de janeiro de 2014, relativa ao tratamento fiscal dos cr&eacute;ditos abatidos ao ativo que n&atilde;o se encontrem nas condi&ccedil;&otilde;es do artigo 41.&ordm; do C&oacute;digo do IRC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Ao abrigo do novo entendimento &eacute; permitido, tamb&eacute;m para efeitos fiscais que, num cen&aacute;rio de imparidade total, seja removido do balan&ccedil;o e, portanto, desreconhecido, um cr&eacute;dito de cobran&ccedil;a duvidosa que, por estar<br \/>\n\tem mora h&aacute; mais de dois anos e por ter sido j&aacute; reconhecida (e aceite fiscalmente) uma perda por imparidade de valor igual ao do cr&eacute;dito, tem uma quantia monet&aacute;ria de zero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Para que possa ser (i) preservada a informa&ccedil;&atilde;o hist&oacute;rica dos cr&eacute;ditos que deixaram de figurar no balan&ccedil;o, porque tidos como incobr&aacute;veis, (ii) salvaguardada a eventual recupera&ccedil;&atilde;o, total ou parcial,<br \/>\n\tque resulte em rendimento tribut&aacute;vel e (iii) feita a prova, se solicitada pela AT, do desfecho da transa&ccedil;&atilde;o, o sujeito passivo deve integrar no dossier fiscal, informa&ccedil;&atilde;o individualizada relativa aos cr&eacute;ditos<br \/>\n\tdesreconhecidos, a qual deve conter, alguns elementos devidamente explicitados na ficha doutrin&aacute;ria (e.g., identifica&ccedil;&atilde;o do cliente, Identifica&ccedil;&atilde;o da fatura relativa a cada cr&eacute;dito de cobran&ccedil;a duvidosa,<br \/>\n\tmontante das perdas por imparidade contabilizadas, aceites e n&atilde;o aceites fiscalmente).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4125","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4125","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4125"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4125"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4125"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4125"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4125"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/en\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4125"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}