{"id":20638,"date":"2026-03-24T09:05:13","date_gmt":"2026-03-24T08:05:13","guid":{"rendered":"https:\/\/belzuz.com\/?post_type=publicacion&#038;p=20638"},"modified":"2026-03-23T14:44:26","modified_gmt":"2026-03-23T13:44:26","slug":"animais-de-estimacao-separacao-divorcio","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/animais-de-estimacao-separacao-divorcio\/","title":{"rendered":"Cust\u00f3dia dos animais de estima\u00e7\u00e3o em caso de separa\u00e7\u00e3o ou div\u00f3rcio"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s v\u00e1rios anos de tentativas, foi aprovada uma reforma do C\u00f3digo Civil (CC) que entrou em vigor em 2022, pela qual <strong>os animais de estima\u00e7\u00e3o deixam de ser considerados bens m\u00f3veis para serem reconhecidos como seres vivos dotados de sensibilidade<\/strong>.<\/p>\n<p>A partir do <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/areas-de-practica\/derecho-de-familia-sucesiones-y-empresa-familiar\/abogados-familia-madrid-espana\/\">departamento de fam\u00edlia e sucess\u00f5es<\/a> da <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/\">BELZUZ Abogados, S.L.P.<\/a> ESPANHA, com este artigo, pretendemos abordar <strong>o que acontece com o animal de estima\u00e7\u00e3o em caso de separa\u00e7\u00e3o do casal.<\/strong><\/p>\n<p>Qual ser\u00e1 o regime de conviv\u00eancia e cuidados com o animal de companhia, que tipos de procedimentos existem, que crit\u00e9rios o juiz ter\u00e1 em conta para decidir em caso de desacordo entre as partes, quem dever\u00e1 assumir as despesas decorrentes dos cuidados com o animal ou o que acontece em uni\u00f5es de facto.<\/p>\n<h2><strong>Cust\u00f3dia e cuidados com animais de estima\u00e7\u00e3o em caso de separa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>Os animais de estima\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m devem ser considerados como <strong>membros da fam\u00edlia<\/strong>. Tal como acontece com os filhos menores, \u00e9 necess\u00e1rio estabelecer um regime jur\u00eddico que regule a rela\u00e7\u00e3o a partir da separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A <strong>atribui\u00e7\u00e3o da cust\u00f3dia dos animais de estima\u00e7\u00e3o<\/strong> depender\u00e1 da possibilidade ou n\u00e3o de as partes chegarem a um acordo. Dependendo da situa\u00e7\u00e3o em que nos encontrarmos, o processo ser\u00e1 conduzido de forma diferente.<\/p>\n<h2><strong>Tipos de procedimento de atribui\u00e7\u00e3o da cust\u00f3dia do animal de estima\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<ol>\n<li>\n<h3><strong> Procedimento de m\u00fatuo acordo<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Se os membros do casal estiverem de acordo sobre como regular as rela\u00e7\u00f5es que reger\u00e3o a partir da separa\u00e7\u00e3o no que diz respeito ao animal de estima\u00e7\u00e3o, o <strong>acordo regulador<\/strong> incluir\u00e1 o regime de conviv\u00eancia e cust\u00f3dia do animal. Se houver filhos menores ou for necess\u00e1rio regular algum outro aspeto, este ser\u00e1 inclu\u00eddo no mesmo acordo regulador.<\/p>\n<p>O artigo 90.1.b) bis do C\u00f3digo Civil estabelece o seguinte:<\/p>\n<ol>\n<li><em> O acordo regulador a que se referem os artigos 81.\u00ba, 82.\u00ba, 83.\u00ba, 86.\u00ba e 87.\u00ba deve conter, no m\u00ednimo e sempre que aplic\u00e1vel, os seguintes elementos: O destino dos animais de companhia, caso existam, tendo em conta o interesse dos membros da fam\u00edlia e o bem-estar do animal; a reparti\u00e7\u00e3o dos tempos de conviv\u00eancia e cuidados, se necess\u00e1rio, bem como os encargos associados aos cuidados do animal.<\/em><\/li>\n<li>\n<h3><strong> Procedimento contencioso<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p>Se o casal n\u00e3o chegar a um acordo quanto \u00e0 guarda do animal, o processo passar\u00e1 a ser contencioso.<\/p>\n<h2><strong>Que crit\u00e9rios ter\u00e1 o juiz em conta para atribuir a guarda do animal de estima\u00e7\u00e3o, caso n\u00e3o exista acordo?<\/strong><\/h2>\n<p>O artigo 94.\u00ba-A do C\u00f3digo Civil estabelece:<\/p>\n<p>A autoridade judicial confiar\u00e1 o cuidado dos animais de companhia a um ou a ambos os c\u00f4njuges e determinar\u00e1, se for caso disso, a forma como o c\u00f4njuge a quem n\u00e3o foram confiados poder\u00e1 t\u00ea-los na sua companhia, bem como a reparti\u00e7\u00e3o dos encargos associados aos cuidados do animal, tudo isto tendo em conta o interesse dos membros da fam\u00edlia e o bem-estar do animal, independentemente da titularidade do mesmo e de a quem tenha sido confiada a sua guarda. Esta circunst\u00e2ncia ser\u00e1 registada no respetivo registo de identifica\u00e7\u00e3o de animais.<\/p>\n<h3><a href=\"https:\/\/www.boe.es\/buscar\/act.php?id=BOE-A-1889-4763#a9\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><strong>Artigo 94.\u00ba-A do C\u00f3digo Civil<\/strong><\/a><\/h3>\n<p>De acordo com este artigo, <strong>o juiz ter\u00e1 em conta diversos fatores para decidir sobre a cust\u00f3dia do animal<\/strong>, atendendo ao interesse e bem-estar do animal, bem como ao da fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Alguns dos <strong>crit\u00e9rios que o juiz ter\u00e1 em conta<\/strong> s\u00e3o:<\/p>\n<ul>\n<li>Quem \u00e9 o propriet\u00e1rio do animal.<\/li>\n<li>Quem \u00e9 o verdadeiro cuidador do animal de estima\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Quem tem maior disponibilidade de tempo para cuidar dele.<\/li>\n<li>Quem disp\u00f5e de melhores condi\u00e7\u00f5es para o animal (por exemplo, uma habita\u00e7\u00e3o adequada ao seu bem-estar).<\/li>\n<li>Ou, caso existam filhos, a quem \u00e9 atribu\u00edda a sua cust\u00f3dia.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Este \u00faltimo crit\u00e9rio, relacionado com a <strong>cust\u00f3dia de menores<\/strong>, \u00e9 um dos mais importantes a ter em conta devido ao v\u00ednculo afetivo que as crian\u00e7as estabelecem com os seus animais de estima\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Privar um menor do contacto ou limit\u00e1-lo pode acarretar consequ\u00eancias negativas para este, que devem ser evitadas. \u00c9 por isso que, em muitas ocasi\u00f5es, <strong>se tenta estabelecer um regime de conviv\u00eancia semelhante ao regime de cust\u00f3dia acordado para os menores.<\/strong><\/p>\n<h2><strong>Regulamenta\u00e7\u00e3o das despesas com o animal de estima\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a separa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p>As partes podem chegar a um <strong>acordo,<\/strong> entre outras coisas, sobre o pagamento das despesas decorrentes dos cuidados com o animal. No entanto, caso n\u00e3o se chegue a um acordo, caber\u00e1 ao <strong>juiz<\/strong> determinar a participa\u00e7\u00e3o das partes nas despesas de manuten\u00e7\u00e3o e cuidados com o animal.<\/p>\n<p>A t\u00edtulo de exemplo, o juiz, tendo em conta as circunst\u00e2ncias de cada cuidador, poder\u00e1 decidir que as despesas com cuidados de sa\u00fade, veterin\u00e1rio e vacinas sejam suportadas em partes iguais por ambos, mas que as relativas ao servi\u00e7o de tosa sejam assumidas por cada parte durante o seu per\u00edodo de conviv\u00eancia.<\/p>\n<p>Tudo isto depender\u00e1 de fatores como os recursos econ\u00f3micos de cada cuidador e o regime de conviv\u00eancia que tenha sido acordado.<\/p>\n<h2><strong>O que acontece com os casais em uni\u00e3o de facto?<\/strong><\/h2>\n<p>Se o casal chegar a um acordo quanto \u00e0 cust\u00f3dia do animal, n\u00e3o haver\u00e1 qualquer inconveniente e o acordo poder\u00e1 ser posto em pr\u00e1tica assim que for ratificado em tribunal.<\/p>\n<p>No entanto, <strong>se houver diverg\u00eancias<\/strong> entre as partes e for necess\u00e1rio recorrer \u00e0 via judicial, a situa\u00e7\u00e3o ser\u00e1 mais complicada. Isto porque <strong>a nova regulamenta\u00e7\u00e3o estabelecida na reforma do C\u00f3digo Civil s\u00f3 \u00e9 aplic\u00e1vel a casais casados.<\/strong><\/p>\n<p>A regulamenta\u00e7\u00e3o torna-se mais complexa no caso de <a href=\"https:\/\/carolinatorremocha.com\/blog\/pareja-de-hecho\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">casais em uni\u00e3o de facto<\/a>, uma vez que a legisla\u00e7\u00e3o civil n\u00e3o contempla este tipo de v\u00ednculo afetivo. Neste caso, face \u00e0 aus\u00eancia de legisla\u00e7\u00e3o aplic\u00e1vel, teremos de aguardar que sejam proferidas senten\u00e7as e que se crie jurisprud\u00eancia a este respeito.<\/p>\n<h2>Conclus\u00e3o:<\/h2>\n<ol>\n<li>\n<h3><strong>Princ\u00edpio fundamental:<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Os animais passam a ser considerados:<strong> \u201cseres vivos dotados de sensibilidade\u201d<\/strong><\/p>\n<ol start=\"2\">\n<li>\n<h3><strong> Natureza jur\u00eddica dos animais:<\/strong> deixam de ser \u00abcoisas\u00bb, <strong>n\u00e3o s\u00e3o sujeitos de direito como as pessoas<\/strong>.<\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">T\u00eam uma categoria interm\u00e9dia:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>N\u00e3o s\u00e3o bens materiais tradicionais<\/li>\n<li>S\u00e3o protegidos juridicamente<\/li>\n<li>O seu bem-estar \u00e9 priorizado<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"3\">\n<li>\n<h3><strong> Regulamenta\u00e7\u00e3o espec\u00edfica em caso de div\u00f3rcio<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Artigo-chave: art. 90.\u00ba do C\u00f3digo Civil<\/strong><\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Este artigo regula o <strong>acordo regulador<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Desde a reforma, deve incluir:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>O destino dos animais de companhia<\/li>\n<li>A reparti\u00e7\u00e3o dos per\u00edodos de conviv\u00eancia<\/li>\n<li>A reparti\u00e7\u00e3o dos encargos (despesas)<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"4\">\n<li>\n<h3><strong> Tipos de medidas relativas ao animal<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">O juiz ou as partes podem estabelecer:<\/p>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol type=\"a\">\n<li><strong>Posse partilhada<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Altern\u00e2ncia na conviv\u00eancia<\/li>\n<li>Semelhante a uma guarda partilhada<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol start=\"2\" type=\"a\">\n<li><strong>Posse exclusiva<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>O animal fica com um dos c\u00f4njuges<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ol start=\"3\" type=\"a\">\n<li><strong>Regime de visitas<\/strong><\/li>\n<\/ol>\n<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>O outro c\u00f4njuge pode desfrutar do animal em determinados per\u00edodos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"5\">\n<li>\n<h3><strong> Encargos e despesas (art. 90 CC)<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Regula:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o<\/li>\n<li>Veterin\u00e1rio<\/li>\n<li>Seguro<\/li>\n<li>Outros cuidados<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Pode ser acordado:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Reparti\u00e7\u00e3o proporcional<\/li>\n<li>Ou que um assuma a totalidade<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"6\">\n<li>\n<h3><strong> Interven\u00e7\u00e3o judicial (art. 94.\u00ba-A CC)<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">Se n\u00e3o houver acordo:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">O juiz decide:<\/p>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>A quem \u00e9 atribu\u00eddo o animal<\/li>\n<li>Como s\u00e3o repartidos os per\u00edodos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"padding-left: 40px;\"><strong>Crit\u00e9rio fundamental: O bem-estar do animal<\/strong><\/p>\n<ol start=\"7\">\n<li>\n<h3><strong> Crit\u00e9rios que o juiz avalia<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>Quem tem sido o principal cuidador<\/li>\n<li>Quem disp\u00f5e de melhores condi\u00e7\u00f5es<\/li>\n<li>V\u00ednculo afetivo<\/li>\n<li>Estabilidade do ambiente<\/li>\n<li>Evitar stress ou mudan\u00e7as bruscas<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<ol start=\"8\">\n<li>\n<h3><strong> Limites importantes<\/strong><\/h3>\n<\/li>\n<\/ol>\n<ul>\n<li style=\"list-style-type: none;\">\n<ul>\n<li>N\u00e3o ser\u00e3o equiparados completamente aos filhos<\/li>\n<li>N\u00e3o existe autoridade parental sobre animais<\/li>\n<li>N\u00e3o geram direitos fundamentais<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ul>\n<h2>A regulamenta\u00e7\u00e3o atual representa uma mudan\u00e7a de paradigma:<\/h2>\n<ul>\n<li>Humaniza-se parcialmente o tratamento jur\u00eddico do animal<\/li>\n<li>Introduz-se o conceito de <strong>bem-estar animal no direito da fam\u00edlia<\/strong><\/li>\n<li>Torna-se obrigat\u00f3rio incluir a sua situa\u00e7\u00e3o no div\u00f3rcio<\/li>\n<\/ul>\n<p>A partir do <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/areas-de-practica\/derecho-de-familia-sucesiones-y-empresa-familiar\/abogados-familia-madrid-espana\/\">departamento de direito da fam\u00edlia e sucess\u00f5es<\/a>, estamos \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o para o ajudar caso se encontre num processo de div\u00f3rcio em que existam animais dom\u00e9sticos no n\u00facleo familiar.<\/p>\n","protected":false},"featured_media":18972,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[257],"publicaciones":[142],"idioma-publicacion":[72],"class_list":["post-20638","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","area-de-practica-direito-de-familia-e-empresa-familiar","publicaciones-clara-belzuz-fernandez","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/20638","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18972"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=20638"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=20638"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=20638"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=20638"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=20638"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}