{"id":22251,"date":"2026-10-26T17:32:25","date_gmt":"2026-10-26T16:32:25","guid":{"rendered":"https:\/\/belzuz.com\/?post_type=publicacion&#038;p=22251"},"modified":"2026-10-27T11:13:33","modified_gmt":"2026-10-27T10:13:33","slug":"gestao-de-trabalhadores-insolvencia","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/gestao-de-trabalhadores-insolvencia\/","title":{"rendered":"Gest\u00e3o de trabalhadores em situa\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia: continuidade da atividade laboral e procedimentos de natureza coletiva"},"content":{"rendered":"<p>Na <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/\">Belzuz Abogados, S.L.P.<\/a>, enquanto advogados especializados em <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/areas-de-practica\/derecho-laboral\/abogados-laboral-madrid-espana\/\">Direito do Trabalho<\/a> e na gest\u00e3o de processos em mat\u00e9ria de insolv\u00eancia, analisamos as diferentes situa\u00e7\u00f5es que podem ocorrer relativamente aos trabalhadores das empresas ap\u00f3s a declara\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia por um tribunal comercial.<\/p>\n<p>Assim, a declara\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia por um tribunal comercial n\u00e3o implica, por si s\u00f3, a paralisa\u00e7\u00e3o da atividade empresarial nem a cessa\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es laborais.<\/p>\n<p>O que se altera \u00e9 o enquadramento da gest\u00e3o: a partir da declara\u00e7\u00e3o, a empresa fica sob interven\u00e7\u00e3o ou \u00e9 substitu\u00edda por uma administra\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia, e qualquer decis\u00e3o laboral de natureza coletiva (despedimentos, suspens\u00f5es, altera\u00e7\u00f5es substanciais) \u00e9 tramitada por uma via espec\u00edfica no \u00e2mbito do pr\u00f3prio processo de insolv\u00eancia, sendo o juiz comercial a autoridade competente.<\/p>\n<p>Neste contexto, a correta gest\u00e3o dos trabalhadores e das obriga\u00e7\u00f5es laborais assume especial relev\u00e2ncia, sendo, por isso, muito \u00fatil analisar e ter em conta algumas quest\u00f5es relativas \u00e0 gest\u00e3o dos trabalhadores. Assim, o <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/areas-de-practica\/derecho-laboral\/abogados-laboral-madrid-espana\/\">Departamento de Direito do Trabalho<\/a> da <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/\">Belzuz Abogados, S.L.P.<\/a> analisa e comenta, de seguida, diversos cen\u00e1rios que podem ocorrer ap\u00f3s a referida declara\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia, bem como as respetivas implica\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<h2>1.\u00ba &#8211; Manuten\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o laboral:<\/h2>\n<p>Enquanto os trabalhadores mantiverem as suas rela\u00e7\u00f5es laborais e continuarem a exercer a sua atividade, as empresas t\u00eam a obriga\u00e7\u00e3o de remunerar o trabalho pelos servi\u00e7os prestados e de cumprir as respetivas obriga\u00e7\u00f5es contributivas. Regra geral, mant\u00eam-se as condi\u00e7\u00f5es de trabalho aplic\u00e1veis at\u00e9 \u00e0 data, salvo se forem adotadas medidas espec\u00edficas e\/ou iniciados procedimentos como os que explicamos nos pontos seguintes.<\/p>\n<h2>2.\u00ba Procedimentos coletivos no \u00e2mbito da insolv\u00eancia: despedimento, suspens\u00e3o dos contratos e ERTE, e altera\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es:<\/h2>\n<h3>Despedimento coletivo:<\/h3>\n<p>O despedimento coletivo no \u00e2mbito da insolv\u00eancia implica a cessa\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios contratos de trabalho por motivos econ\u00f3micos, t\u00e9cnicos, organizativos ou de produ\u00e7\u00e3o (ETOP). Uma vez declarada a insolv\u00eancia, estas medidas coletivas ficam sujeitas \u00e0s especificidades previstas nos artigos 169.\u00ba e seguintes do Texto Consolidado da Lei da Insolv\u00eancia (TRLC), sem preju\u00edzo da aplica\u00e7\u00e3o subsidi\u00e1ria da legisla\u00e7\u00e3o laboral, conforme estabelece o pr\u00f3prio artigo 169.\u00ba do TRLC.<\/p>\n<p>O pedido pode ser apresentado pelo devedor, pela administra\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia ou pelos representantes legais dos trabalhadores, competindo ao juiz da insolv\u00eancia decidir sobre a medida, nos termos dos artigos 171.\u00ba e seguintes do TRLC. O procedimento inclui ainda um per\u00edodo de consultas com a representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, nos termos estabelecidos pela legisla\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia e laboral.<\/p>\n<ul>\n<li>Quanto \u00e0 indemniza\u00e7\u00e3o, toma-se como refer\u00eancia a legalmente prevista para o despedimento coletivo: 20 dias de sal\u00e1rio por cada ano de servi\u00e7o, sendo os per\u00edodos inferiores a um ano calculados proporcionalmente por meses, com o limite m\u00e1ximo de 12 mensalidades.<\/li>\n<li>Na perspetiva da insolv\u00eancia, \u00e9 especialmente relevante determinar o momento em que nasce o cr\u00e9dito indemnizat\u00f3rio, uma vez que a sua qualifica\u00e7\u00e3o como cr\u00e9dito sobre a massa insolvente ou como cr\u00e9dito da insolv\u00eancia depender\u00e1 das circunst\u00e2ncias e do momento em que nasce a obriga\u00e7\u00e3o. Por sua vez, essa qualifica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 determinante para estabelecer a ordem de gradua\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>ERTE no \u00e2mbito da insolv\u00eancia (suspens\u00e3o dos contratos ou redu\u00e7\u00e3o do hor\u00e1rio de trabalho):<\/h3>\n<p>O ERTE no \u00e2mbito da insolv\u00eancia constitui uma medida tempor\u00e1ria que permite suspender os contratos de trabalho ou reduzir o hor\u00e1rio de trabalho sem extinguir a rela\u00e7\u00e3o laboral. Configura-se, assim, como uma alternativa menos gravosa do que o despedimento coletivo quando existe uma perspetiva de continuidade, reestrutura\u00e7\u00e3o ou viabilidade da empresa.<\/p>\n<p>O artigo 169.\u00ba do TRLC prev\u00ea expressamente a suspens\u00e3o coletiva dos contratos e a redu\u00e7\u00e3o do hor\u00e1rio de trabalho por motivos econ\u00f3micos, t\u00e9cnicos, organizativos ou de produ\u00e7\u00e3o, sujeitando-as, quando aplic\u00e1vel, \u00e0s especificidades do processo de insolv\u00eancia. Do mesmo modo, o artigo 183.\u00ba do TRLC estabelece que o despacho que determine a suspens\u00e3o coletiva produz efeitos constitutivos e gera a correspondente situa\u00e7\u00e3o legal de desemprego para os trabalhadores abrangidos.<\/p>\n<p>Deste modo, o ERTE pode ser utilizado como instrumento de flexibilidade interna e de reestrutura\u00e7\u00e3o laboral, permitindo \u00e0 empresa dispor de um per\u00edodo de adapta\u00e7\u00e3o enquanto se analisa a sua viabilidade, se reorganiza a atividade ou se equaciona uma eventual transmiss\u00e3o da empresa ou de uma unidade produtiva.<\/p>\n<h3>Altera\u00e7\u00e3o substancial das condi\u00e7\u00f5es de trabalho:<\/h3>\n<p>A altera\u00e7\u00e3o substancial das condi\u00e7\u00f5es de trabalho (MSCT) permite modificar determinadas condi\u00e7\u00f5es laborais quando se verifiquem as causas legalmente previstas. Entre elas podem incluir-se aspetos relativos ao hor\u00e1rio de trabalho, \u00e0 dura\u00e7\u00e3o e distribui\u00e7\u00e3o do tempo de trabalho, ao regime de trabalho por turnos, ao sistema e montante da remunera\u00e7\u00e3o ou \u00e0s fun\u00e7\u00f5es, nos termos estabelecidos no artigo 41.\u00ba do Estatuto dos Trabalhadores.<\/p>\n<p>Quando a empresa se encontra em insolv\u00eancia e a altera\u00e7\u00e3o tem natureza coletiva, a medida \u00e9 tramitada de acordo com as especificidades previstas nos artigos 169.\u00ba e seguintes do TRLC, podendo a sua ado\u00e7\u00e3o ser requerida pelo devedor, pela administra\u00e7\u00e3o da insolv\u00eancia ou pela representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores.<\/p>\n<p>Regra geral, quando uma altera\u00e7\u00e3o substancial prejudica o trabalhador e se verificam os requisitos previstos no artigo 41.\u00ba do ET, este pode requerer a cessa\u00e7\u00e3o indemnizada do contrato, tendo direito a uma indemniza\u00e7\u00e3o de 20 dias de sal\u00e1rio por cada ano de servi\u00e7o, com o limite m\u00e1ximo de 9 mensalidades.<\/p>\n<p>Contudo, no \u00e2mbito da insolv\u00eancia existe uma especificidade relevante: o artigo 184.\u00ba do TRLC estabelece a suspens\u00e3o do direito \u00e0 resolu\u00e7\u00e3o indemnizada durante a tramita\u00e7\u00e3o do processo de insolv\u00eancia quando seja determinada uma altera\u00e7\u00e3o substancial de natureza coletiva. Esta suspens\u00e3o n\u00e3o pode prolongar-se por mais de 12 meses a contar da data do despacho que autorize a altera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Os acima descritos s\u00e3o os principais cen\u00e1rios que podem ocorrer relativamente aos trabalhadores no \u00e2mbito de um processo de insolv\u00eancia.<\/p>\n<p>Neste sentido, importa salientar que, num cen\u00e1rio de insolv\u00eancia, cada decis\u00e3o laboral tem consequ\u00eancias jur\u00eddicas, econ\u00f3micas e estrat\u00e9gicas. A op\u00e7\u00e3o entre um despedimento coletivo, uma suspens\u00e3o de contratos, uma redu\u00e7\u00e3o do hor\u00e1rio de trabalho ou uma altera\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de trabalho n\u00e3o pode ser abordada apenas numa perspetiva laboral: deve integrar-se na estrat\u00e9gia global de reestrutura\u00e7\u00e3o da empresa.<\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/\">Belzuz Abogados, S.L.P.<\/a>, enquanto sociedade de advogados especializada em <a href=\"https:\/\/belzuz.com\/pt\/areas-de-practica\/derecho-laboral\/abogados-laboral-madrid-espana\/\">Direito do Trabalho<\/a> e com experi\u00eancia neste tipo de processos, permanece \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o para esclarecer qualquer quest\u00e3o relacionada com estes procedimentos.<\/p>\n<h2>Q&amp;A.<\/h2>\n<h3>1. O que acontece aos trabalhadores quando uma empresa entra em insolv\u00eancia?<\/h3>\n<p>A declara\u00e7\u00e3o de insolv\u00eancia n\u00e3o implica, por si s\u00f3, a cessa\u00e7\u00e3o dos contratos de trabalho. A empresa pode manter a sua atividade e, em fun\u00e7\u00e3o da sua situa\u00e7\u00e3o, requerer medidas de reestrutura\u00e7\u00e3o laboral, como suspens\u00f5es de contratos, redu\u00e7\u00f5es do hor\u00e1rio de trabalho, altera\u00e7\u00f5es substanciais das condi\u00e7\u00f5es de trabalho ou despedimentos coletivos, sempre no \u00e2mbito do processo e com as especificidades previstas no Texto Consolidado da Lei da Insolv\u00eancia.<\/p>\n<h3>2. Uma empresa em insolv\u00eancia pode realizar um ERE?<\/h3>\n<p>Sim. O despedimento coletivo no \u00e2mbito da insolv\u00eancia est\u00e1 expressamente previsto na legisla\u00e7\u00e3o e deve ser tramitado perante o juiz da insolv\u00eancia, seguindo o procedimento estabelecido no TRLC e com a correspondente interven\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. A medida deve ser devidamente fundamentada e responder \u00e0s circunst\u00e2ncias econ\u00f3micas, t\u00e9cnicas, organizativas ou produtivas da empresa.<\/p>\n<h3>3. Que indemniza\u00e7\u00e3o corresponde aos trabalhadores abrangidos?<\/h3>\n<p>Regra geral, num despedimento coletivo, a indemniza\u00e7\u00e3o legal de refer\u00eancia \u00e9 de 20 dias de sal\u00e1rio por cada ano de servi\u00e7o, com o limite m\u00e1ximo de 12 mensalidades, nos termos do artigo 51.\u00ba do Estatuto dos Trabalhadores. Contudo, num processo de insolv\u00eancia, \u00e9 especialmente importante analisar quando nasce o direito de cr\u00e9dito e qual \u00e9 a sua qualifica\u00e7\u00e3o no processo de insolv\u00eancia, uma vez que isso pode afetar diretamente as possibilidades de cobran\u00e7a da indemniza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3>4. \u00c9 aconselh\u00e1vel esperar que o processo de insolv\u00eancia esteja numa fase avan\u00e7ada para tomar decis\u00f5es laborais?<\/h3>\n<p>N\u00e3o necessariamente. Em muitos casos, um planeamento laboral atempado permite antecipar custos, avaliar alternativas menos gravosas do que a cessa\u00e7\u00e3o dos contratos e definir uma estrat\u00e9gia coerente com a viabilidade futura da empresa. Uma an\u00e1lise especializada desde as primeiras fases do processo pode ser determinante para proteger os interesses da empresa e dos trabalhadores e evitar decis\u00f5es que posteriormente possam gerar custos ou conting\u00eancias jur\u00eddicas superiores.<\/p>\n<table style=\"height: 327px;\" width=\"1133\">\n<tbody>\n<tr>\n<td width=\"297\"><strong>2. Uma empresa em insolv\u00eancia pode realizar um ERE?<\/strong><\/td>\n<td width=\"325\"><strong>Sim<\/strong>. Pode realizar um<strong> despedimento coletivo no \u00e2mbito da insolv\u00eancia<\/strong>, que deve ser tramitado perante o<strong> juiz da insolv\u00eancia<\/strong>, com a participa\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e com a fundamenta\u00e7\u00e3o dos motivos econ\u00f3micos, t\u00e9cnicos, organizativos ou produtivos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"297\"><strong>3. Que indemniza\u00e7\u00e3o recebem os trabalhadores?<\/strong><\/td>\n<td width=\"325\">Regra geral, <strong>20 dias de sal\u00e1rio por cada ano de trabalho<\/strong>, com o limite <strong>m\u00e1ximo de 12 mensalidades<\/strong>. No processo de insolv\u00eancia, \u00e9 tamb\u00e9m essencial determinar <strong>quando nasce o cr\u00e9dito e como \u00e9 classificado<\/strong>, pois isso influencia as possibilidades de cobran\u00e7a.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td width=\"297\"><strong>4. \u00c9 aconselh\u00e1vel esperar que o processo de insolv\u00eancia esteja numa fase avan\u00e7ada?<\/strong><\/td>\n<td width=\"325\"><strong>N\u00e3o necessariamente<\/strong>. Recomenda-se um <strong>planeamento laboral atempado <\/strong>para antecipar custos, estudar alternativas aos despedimentos e proteger tanto a viabilidade da empresa como os direitos dos trabalhadores.<\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"featured_media":18992,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[525],"publicaciones":[530],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[562],"class_list":["post-22251","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","area-de-practica-trabalho-e-seguranca-social","publicaciones-ana-escandell-lucas","idioma-publicacion-portugues","areas-practica-publicacciones-trabalho-e-seguranca-social"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/22251","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/18992"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22251"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22251"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=22251"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=22251"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=22251"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=22251"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}