{"id":3966,"date":"2013-09-09T22:00:00","date_gmt":"2013-09-09T22:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"alertas-e-noticias-fiscais-julho-agosto-2013","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/alertas-e-noticias-fiscais-julho-agosto-2013\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Julho e Agosto 2013"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<span style=\"font-size: 12px; text-align: center;\"><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">DESTAQUES<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>CFEI &ndash; CR&Eacute;DITO FISCAL EXTRAORDIN&Aacute;RIO AO INVESTIMENTO<\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No dia 16 de julho foi publicada a Lei n.&ordm; 49\/2013, que veio estabelecer um Cr&eacute;dito Fiscal Extraordin&aacute;rio ao Investimento (CFEI). Nos termos deste diploma, poder&atilde;o beneficiar do CFEI os sujeitos passivos de IRC que exer&ccedil;am, a t&iacute;tulo principal, uma atividade de natureza comercial, industrial ou agr&iacute;cola e preencham, cumulativamente, as seguintes condi&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; a) Disponham de contabilidade regularmente organizada, de acordo com a normaliza&ccedil;&atilde;o contabil&iacute;stica e outras disposi&ccedil;&otilde;es legais em vigor para o respetivo sector de atividade;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;b) O seu lucro tribut&aacute;vel n&atilde;o seja determinado por m&eacute;todos indiretos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;c) Tenham a situa&ccedil;&atilde;o fiscal e contributiva regularizada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O benef&iacute;cio fiscal a conceder corresponde a uma dedu&ccedil;&atilde;o &agrave; coleta de IRC no montante de 20% das despesas de investimento em ativos afetos &agrave; explora&ccedil;&atilde;o, que sejam efetuadas entre 1 de junho de 2013 e 31 de dezembro de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em caso de insufici&ecirc;ncia de coleta no presente exerc&iacute;cio, esta dedu&ccedil;&atilde;o pode ser efetuada, nas mesmas condi&ccedil;&otilde;es, nos cinco per&iacute;odos de tributa&ccedil;&atilde;o seguintes. A presente lei entrou em vigor no dia 17 de julho.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">Altera&ccedil;&otilde;es legislativas<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 10pt;\">SAF-T (PT)<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procede &agrave; quarta altera&ccedil;&atilde;o &agrave; estrutura de dados do ficheiro SAF-T (PT) (Portaria n.&ordm; 321-A\/2007, de 26 de mar&ccedil;o).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta altera&ccedil;&atilde;o teve em vista incluir as adapta&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para fazer face &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o do regime de contabilidade de caixa em sede de IVA, aprovado pelo Decreto-Lei n.&ordm; 71\/2013, de 30 de maio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para este efeito, &eacute; criada uma nova tabela 4.4. Documentos de recibos emitidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A nova estrutura de dados do ficheiro SAF-T (PT) &eacute; republicada em anexo &agrave; Portaria 274\/2013 e entra em vigor no dia 1 de outubro de 2013.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova os novos modelos de impressos anexos aos campos 40 e 41 da Declara&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica do IVA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta portaria divulga os novos modelos de Anexos &agrave; declara&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de IVA, relativos aos campos 40 (regulariza&ccedil;&otilde;es a favor da empresa) e 41 (regulariza&ccedil;&otilde;es a favor do Estado), procedendo ainda a algumas adapta&ccedil;&otilde;es &agrave;s instru&ccedil;&otilde;es de preenchimento da declara&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica, de modo a contemplar as altera&ccedil;&otilde;es introduzidas ao regime jur&iacute;dico da cobran&ccedil;a do IVA e do pagamento dos reembolsos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta altera&ccedil;&atilde;o tem efeitos a partir dos per&iacute;odos de tributa&ccedil;&atilde;o iniciados em 1 de outubro de 2013, inclusive, os anexos em causa t&ecirc;m de ser preenchidos sempre que tenham sido inscritos valores de regulariza&ccedil;&otilde;es de IVA nos campos 40 (designadamente associadas a cr&eacute;ditos incobr&aacute;veis ou de cobran&ccedil;a duvidosa) e \/ ou 41.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Completa a transposi&ccedil;&atilde;o da Diretiva n.&ordm; 2003\/49\/CE, do Conselho, de 3 de junho de 2003 (Diretiva Juros e Royalties) relativa a um regime fiscal comum aplic&aacute;vel aos pagamentos de juros e royalties efetuados entre sociedades associadas de Estados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta lei alterou o artigo 14.&ordm; do C&oacute;digo do IRC, neste contexto, os juros e royalties devidos ou pagos por entidades residentes em Portugal a sociedades residentes na Uni&atilde;o Europeia e na Su&iacute;&ccedil;a, estar&atilde;o isentos de IRC em Portugal, quando devidos ou pago a uma entidade associada<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esta altera&ccedil;&atilde;o produziu efeitos a 1 de julho de 2013.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Torna p&uacute;blico que foram cumpridas as formalidades constitucionais internas de aprova&ccedil;&atilde;o da Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de Chipre para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Bruxelas em 19 de novembro de 2012.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procede &agrave; primeira altera&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei n.&ordm; 66-B\/2012, de 31\/12 (OE 2013), &agrave; altera&ccedil;&atilde;o do CIRS, do CIVA, do CIEC, do EBF, &agrave; segunda altera&ccedil;&atilde;o ao Decreto-Lei n.&ordm; 172\/94, de 25\/06, e &agrave; Lei n.&ordm; 28\/2012, de 31\/07, e &agrave; terceira altera&ccedil;&atilde;o ao Decreto-Lei n.&ordm; 113\/2011.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As principais altera&ccedil;&otilde;es em mat&eacute;ria fiscal prendem-se com:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">a) Emiss&otilde;es de faturas, recibos ou faturas-recibos no exerc&iacute;cio de atividade de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;os por conta pr&oacute;pria;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">b) Regime aplic&aacute;vel aos sujeitos passivos isentos de IVA;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">c) Aumento da possibilidade de dedu&ccedil;&atilde;o &agrave; coleta de IRS de 5% para 15% para as presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os sustentadas por faturas, referentes a repara&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos, alojamento e restaura&ccedil;&atilde;o, cabeleireiros e institutos de beleza.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estas altera&ccedil;&otilde;es entraram em vigor no dia 25 de julho de 2013.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova o CFEI &ndash; CR&Eacute;DITO FISCAL EXTRAORDIN&Aacute;RIO AO INVESTIMENTO<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova os modelos de pedido de emiss&atilde;o da declara&ccedil;&atilde;o e de declara&ccedil;&atilde;o relativos ao rendimento anual bruto corrigido do agregado familiar do arrendat&aacute;rio, estabelecendo ainda os procedimentos de entrega do pedido e de emiss&atilde;o da declara&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica o Protocolo que Altera a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de Singapura para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinado em Singapura em 28 de maio de 2012.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procede &agrave; terceira altera&ccedil;&atilde;o ao Decreto-Lei n.&ordm; 158\/2002, de 2 de julho, permitindo o reembolso do valor de planos poupan&ccedil;a para pagamento de contratos de cr&eacute;dito &agrave; habita&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong><span style=\"color: #000000; font-size: 12pt;\">INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/span> <\/strong> <\/span>\n<\/p>\n<ul style=\"padding-left: 30px;\">\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Regime de IVA de caixa. Este of&iacute;cio cont&eacute;m esclarecimentos sobre o regime de IVA de caixa, introduzido pelo Decreto-Lei n.&ordm; 71\/2013, de 30 de maio, e com entrada em vigor a 1 de outubro de 2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O pedido de ades&atilde;o a este regime dever&aacute; ser efetuado pelos sujeitos passivos ou pelos seus t&eacute;cnicos oficiais de contas, at&eacute; dia 30 de setembro de 2013 (com efeitos a partir de 1 de outubro de 2013), atrav&eacute;s da funcionalidade disponibilizada no Portal das Finan&ccedil;as.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Esclarece v&aacute;rios aspetos do regime de limita&ccedil;&atilde;o &agrave; dedutibilidade de gastos de financiamento.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publicado relativamente &agrave;s altera&ccedil;&otilde;es introduzidas ao C&oacute;digo do IVA pela Lei n.&ordm; 51\/2013, de 24 de julho, que procede &agrave; primeira altera&ccedil;&atilde;o &agrave; Lei n.&ordm; 66-B\/2012, de 31 de dezembro (Or&ccedil;amento do Estado para 2013).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Principais altera&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(1) &Eacute; aditado ao artigo 29.&ordm; do C&oacute;digo do IVA o n.&ordm; 20, que vem permitir aos organismos sem finalidade lucrativa, IPSS e &agrave;s pessoas coletivas de direito p&uacute;blico, a emiss&atilde;o de outros documentos que n&atilde;o faturas, relativamente a opera&ccedil;&otilde;es isentas nos termos do artigo 9.&ordm;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(2) &Eacute; aditado ao artigo 40.&ordm;, n.&ordm; 2, a al&iacute;nea e), passando a ser poss&iacute;vel a emiss&atilde;o de faturas simplificadas de forma a titular opera&ccedil;&otilde;es isentas de IVA. Nestes casos, as faturas dever&atilde;o conter, adicionalmente, o motivo justificativo da n&atilde;o aplica&ccedil;&atilde;o do imposto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">(3) &Eacute; alterado o artigo 57.&ordm; em fun&ccedil;&atilde;o da obriga&ccedil;&atilde;o gen&eacute;rica de fatura&ccedil;&atilde;o institu&iacute;da para os sujeitos passivos isentos ao abrigo do artigo 53.&ordm;. As faturas emitidas dever&atilde;o conter a men&ccedil;&atilde;o &ldquo;IVA &ndash; regime de isen&ccedil;&atilde;o&rdquo;, aceitando-se tamb&eacute;m que a men&ccedil;&atilde;o possa ser &ldquo;IVA &ndash; regime de isen&ccedil;&atilde;o &ndash; artigo 53.&ordm;&rdquo;.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">C&oacute;digo do IVA n.&ordm;s 5 e 6 do art.&ordm; 35.&ordm; Opera&ccedil;&otilde;es intracomunit&aacute;rias. Sistema de interc&acirc;mbio de informa&ccedil;&otilde;es sobre IVA (VIES) &#8211; Valida&ccedil;&atilde;o n.&ordm; IVA.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cr&eacute;dito fiscal extraordin&aacute;rio ao investimento (CFEI) &#8211; visa esclarecer d&uacute;vidas relacionadas com o CFEI, aprovado pela Lei 49\/2013, de 16 de julho.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Requisitos t&eacute;cnicos a que se refere a al. e) do artigo 3.&ordm; da Portaria n.&ordm; 363\/2010, de 23 de junho, com a reda&ccedil;&atilde;o dada pela Portaria n.&ordm; 22-A\/2012, de 24 de janeiro e pela Portaria n.&ordm; 160\/2013, de 23 de abril.<\/p>\n<\/li>\n<li style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n\t\t<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tributa&ccedil;&atilde;o de atividades de explora&ccedil;&atilde;o de empreendimentos tur&iacute;sticos &#8211; cess&atilde;o de explora&ccedil;&atilde;o de empreendimentos tur&iacute;sticos<\/p>\n<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">A BELZUZ encontra-se inteiramente dispon&iacute;vel para auxiliar e esclarecer qualquer quest&atilde;o que possa surgir relativamente a estas ou outras mat&eacute;rias.<\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-3966","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/3966","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3966"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3966"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=3966"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=3966"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=3966"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=3966"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}