{"id":4004,"date":"2014-06-24T22:00:00","date_gmt":"2014-06-24T22:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-junho-2014","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-junho-2014\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Junho 2014"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, publicadas neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline; font-size: 12pt;\"><strong>AGENDA FISCAL AT&Eacute; 30 DE JUNHO<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IRC<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 26, referente ao apuramento da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio, calculada por refer&ecirc;ncia &agrave; m&eacute;dia anual dos saldos finais de cada m&ecirc;s que tenham correspond&ecirc;ncia nas contas aprovadas no pr&oacute;prio ano em que &eacute; devida a contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da contribui&ccedil;&atilde;o sobre o setor banc&aacute;rio calculada por refer&ecirc;ncia &agrave; m&eacute;dia anual dos saldos finais de cada m&ecirc;s que tenham correspond&ecirc;ncia nas contas aprovadas no pr&oacute;prio ano em que &eacute; devida a contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IRS<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 19, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, pelas entidades patronais que criem ou apliquem, em benef&iacute;cio de trabalhadores ou membros de &oacute;rg&atilde;os sociais, de planos de op&ccedil;&otilde;es, de subscri&ccedil;&atilde;o, de atribui&ccedil;&atilde;o ou outros de efeito equivalente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IUC<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Liquida&ccedil;&atilde;o, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, e pagamento do Imposto &Uacute;nico de Circula&ccedil;&atilde;o (IUC), relativo aos ve&iacute;culos cujo anivers&aacute;rio da matr&iacute;cula ocorra no presente m&ecirc;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As pessoas singulares tamb&eacute;m poder&atilde;o solicitar a liquida&ccedil;&atilde;o em qualquer servi&ccedil;o de finan&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>IVA<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entrega, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, do pedido de restitui&ccedil;&atilde;o IVA pelos sujeitos passivos do imposto suportado, no pr&oacute;prio ano civil, noutro Estado Membro ou pa&iacute;s terceiro (neste caso em suporte de papel), quando o montante a reembolsar for superior a &euro; 400 e respeitante a um per&iacute;odo n&atilde;o inferior a tr&ecirc;s meses consecutivos, tal como refere o Decreto-Lei n.&ordm; 186\/2009, de 12 de agosto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>DESTAQUES<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&bull;<strong> Regime especial aplic&aacute;vel aos ativos por impostos diferidos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Conselho de Ministros aprovou uma proposta de lei sobre o regime especial aplic&aacute;vel aos ativos por impostos diferidos, visando repor condi&ccedil;&otilde;es de competitividade &agrave;s empresas nacionais face &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o de regimes similares em outros pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia, como Espanha e It&aacute;lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O regime agora aprovado &eacute; aplic&aacute;vel aos gastos e varia&ccedil;&otilde;es patrimoniais negativas contabilizadas nos per&iacute;odos de tributa&ccedil;&atilde;o que se iniciem em ou ap&oacute;s 1 de janeiro de 2015, bem como aos ativos por impostos diferidos que se encontrem registados nas contas anuais do sujeito passivo relativas ao &uacute;ltimo per&iacute;odo de tributa&ccedil;&atilde;o anterior &agrave;quela data e &agrave; parte dos gastos e varia&ccedil;&otilde;es patrimoniais negativas que lhes estejam associados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De modo a assegurar o refor&ccedil;o da estrutura de capital das sociedades que optem pelo recurso ao regime agora aprovado, prev&ecirc;-se a ado&ccedil;&atilde;o obrigat&oacute;ria, por parte destas entidades, de medidas de refor&ccedil;o de capital por via da emiss&atilde;o de direitos de convers&atilde;o transacion&aacute;veis em mercado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>JURISPRUD&Ecirc;NCIA<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&bull;<strong> IRC &ndash; Entidade n&atilde;o residente &ndash; Pedido de revis&atilde;o do ato tribut&aacute;rio<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Ac&oacute;rd&atilde;o de 14 de maio de 2014, o Supremo Tribunal Administrativo decidiu que, em face do princ&iacute;pio da equival&ecirc;ncia dos meios processuais (implicando que &agrave;s entidades n&atilde;o residentes devam ser asseguradas as mesmas possibilidades legais que &agrave;s entidades residentes), o estabelecimento do prazo de 2 anos, previsto no n.&ordm; 1 do art. 89.&ordm; do CIRC (a que corresponde o atual art. 95.&ordm; do mesmo diploma) para pedir o reembolso do montante retido na fonte, por uma sociedade n&atilde;o residente, ap&oacute;s ter reunido o requisito temporal de deten&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o social em momento posterior &agrave; distribui&ccedil;&atilde;o dos lucros e consequente tributa&ccedil;&atilde;o por reten&ccedil;&atilde;o na fonte, n&atilde;o impede que esta lance m&atilde;o do pedido de revis&atilde;o oficiosa ao abrigo do disposto no art. 78.&ordm; da LGT, verificados que estejam os respetivos pressupostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&bull; <strong>Caducidade do direito &agrave; liquida&ccedil;&atilde;o &ndash; Contribui&ccedil;&otilde;es para a Seguran&ccedil;a Social<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Ac&oacute;rd&atilde;o de 21 de maio de 2014, o Supremo Tribunal Administrativo decidiu que, &ldquo;tratando-se de uma liquida&ccedil;&atilde;o de contribui&ccedil;&otilde;es fixada oficiosamente pelo Instituto de Solidariedade e Seguran&ccedil;a Social, com base em declara&ccedil;&otilde;es de remunera&ccedil;&otilde;es oficiosamente elaboradas por esta entidade na sequ&ecirc;ncia de uma ac&ccedil;&atilde;o de fiscaliza&ccedil;&atilde;o, essa liquida&ccedil;&atilde;o constitui um verdadeiro acto administrativo declarativo de liquida&ccedil;&atilde;o de um tributo, sujeito ao regime de caducidade consignado no art. 45.&ordm; da LGT. Ora, reportando-se os factos tribut&aacute;veis aqui em quest&atilde;o, ao ano de 2005, os quatro anos a que se refere o art. 45&ordm;, n&ordm; 1, da LGT, na aus&ecirc;ncia de qualquer causa de suspens&atilde;o (art. 46&ordm; da LGT), completaram-se em 2009, raz&atilde;o por que, face &agrave; factualidade assente, n&atilde;o podia o tribunal recorrido deixar de julgar verificada a caducidade do direito de liquidar as inerentes contribui&ccedil;&otilde;es&rdquo;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Of&iacute;cio Circulado n.&ordm; 30159, de 18 de junho de 2014 &ndash; Enquadramento em sede de IVA das empresas locais<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto entidades p&uacute;blicas, as empresas locais podem, quando atuem com prerrogativas de autoridade, beneficiar do r&eacute;gie de n&atilde;o sujei&ccedil;&atilde;o a IVA constante do C&oacute;digo do IVA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4004","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4004","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4004"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4004"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4004"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4004"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4004"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4004"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}