{"id":4031,"date":"2015-01-25T23:00:00","date_gmt":"2015-01-25T23:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-janeiro-2015","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-porto-portugal-noticias-fiscais-janeiro-2015\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Janeiro 2015"},"content":{"rendered":"<p><em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Conforme j&aacute; vem sendo habitual, o departamento de Direito Fiscal da Belzuz destaca as principais altera&ccedil;&otilde;es legislativas e instru&ccedil;&otilde;es administrativas, no contexto fiscal, publicadas neste per&iacute;odo e comenta os temas mais relevantes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline; font-size: 12pt;\"><strong>AGENDA FISCAL<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; At&eacute; ao dia 31 de janeiro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IRS \/ IRC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 30 &#8211; rendimentos pagos ou colocados &agrave; disposi&ccedil;&atilde;o de sujeitos passivos n&atilde;o residentes em novembro de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Entrega da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 39 &#8211; Comunica&ccedil;&atilde;o de rendimentos pagos e reten&ccedil;&otilde;es efetuadas a taxas liberat&oacute;rias, referentes ao ano de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>IUC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Liquida&ccedil;&atilde;o, por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, e pagamento do Imposto &Uacute;nico de Circula&ccedil;&atilde;o (IUC), relativo aos ve&iacute;culos cujo anivers&aacute;rio da matr&iacute;cula ocorra no presente m&ecirc;s.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">As pessoas singulares tamb&eacute;m poder&atilde;o solicitar a liquida&ccedil;&atilde;o em qualquer servi&ccedil;o de finan&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>ALTERA&Ccedil;&Otilde;ES LEGISLATIVAS JANEIRO<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Taxas supletivas de juros morat&oacute;rios em vigor no 1.&ordm; semestre de 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Dire&ccedil;&atilde;o-Geral do Tesouro e Finan&ccedil;as informa quais as taxas supletivas de juros morat&oacute;rios relativamente a cr&eacute;ditos de que sejam titulares empresas comerciais, singulares ou coletivas em vigor no 1.&ordm; semestre de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Tributa&ccedil;&atilde;o dos organismos de investimento coletivo<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No uso da autoriza&ccedil;&atilde;o legislativa concedida pela Lei n.&ordm; 83-C\/2013, de 31 de dezembro, procede-se &agrave; reforma do regime de tributa&ccedil;&atilde;o dos organismos de investimento coletivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Autoridade de Supervis&atilde;o de Seguros e Fundos de Pens&otilde;es (ASF)<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Informamos que a partir do m&ecirc;s de Fevereiro o Instituto de Seguros de Portugal (ISP) passa a denominar-se Autoridade de Supervis&atilde;o de Seguros e Fundos de Pens&otilde;es (ASF), por for&ccedil;a do Decreto-Lei n.&ordm; 1\/2015, de 6 de Janeiro, o qual tamb&eacute;m aprova os novos estatutos desta entidade reguladora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Novo regime jur&iacute;dico para as atividades de com&eacute;rcio, servi&ccedil;os e restaura&ccedil;&atilde;o<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O decreto-lei 10\/2015, de 16 de janeiro vem aprovar e publicar o regime jur&iacute;dico de acesso e exerc&iacute;cio de atividades de com&eacute;rcio, servi&ccedil;os e restaura&ccedil;&atilde;o, em vigor a partir de 1 de mar&ccedil;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para al&eacute;m de estabelecer uma nova tramita&ccedil;&atilde;o eletr&oacute;nica de acesso &agrave;s atividades de com&eacute;rcio, servi&ccedil;os e restaura&ccedil;&atilde;o, composta por comunica&ccedil;&otilde;es pr&eacute;vias e procedimentos de autoriza&ccedil;&atilde;o efetuadas atrav&eacute;s do &ldquo;Balc&atilde;o do Empreendedor&rdquo;, o diploma vem tamb&eacute;m criar um conjunto de normas de natureza regulat&oacute;ria que visam estatuir o exerc&iacute;cio daquelas atividades, elencando os requisitos gerais aplic&aacute;veis a todas as empresas e empres&aacute;rios que atuem nas &aacute;reas do com&eacute;rcio, servi&ccedil;os e restaura&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para al&eacute;m desta regula&ccedil;&atilde;o geral, o novo regime cont&eacute;m regras especiais para certas atividades, como a explora&ccedil;&atilde;o de estabelecimentos de com&eacute;rcio e de armazenamento de produtos alimentares, a atividade de com&eacute;rcio n&atilde;o sedent&aacute;rio e a atividade de restaura&ccedil;&atilde;o ou de bebidas, entre outras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, &eacute; criado um regime sancionat&oacute;rio agravado para as infra&ccedil;&otilde;es &agrave;s novas regras, cuja fiscaliza&ccedil;&atilde;o e instru&ccedil;&atilde;o dos respetivos processos contraordenacionais compete &agrave; ASAE.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Tabelas de reten&ccedil;&atilde;o na fonte de IRS para 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicado no dia 12 de janeiro, entrando em vigor no dia 13 de janeiro de 2015, o Despacho n.&ordm; 309-A\/2015, que aprova as tabelas de reten&ccedil;&atilde;o na fonte para o ano de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Comunica&ccedil;&atilde;o Eletr&oacute;nica de Invent&aacute;rios<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada a Portaria n.&ordm; 2\/2015, de 6 de Janeiro, que aprova a estrutura e caracter&iacute;sticas do ficheiro eletr&oacute;nico para comunica&ccedil;&atilde;o de invent&aacute;rios pelos sujeitos passivos &agrave; Autoridade Tribut&aacute;ria (AT).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A obrigatoriedade de comunica&ccedil;&atilde;o dos invent&aacute;rios &agrave; AT abrange as pessoas, singulares ou coletivas, que tenham sede, estabelecimento est&aacute;vel ou domic&iacute;lio fiscal em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s, que disponham de contabilidade organizada que, nos termos das normas contabil&iacute;sticas em vigor, estejam obrigadas &agrave; elabora&ccedil;&atilde;o de invent&aacute;rio e tenham tido no exerc&iacute;cio anterior um volume de neg&oacute;cios superior a 100.000 Euros.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sujeitos passivos dever&atilde;o proceder &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o &agrave; AT do invent&aacute;rio de 2014, at&eacute; ao dia 31 de janeiro de 2015, salvo se adotarem um per&iacute;odo de tributa&ccedil;&atilde;o diferente do ano civil, sendo ent&atilde;o a comunica&ccedil;&atilde;o efetuada at&eacute; ao final do 1.&ordm; m&ecirc;s seguinte &agrave; data do termo desse per&iacute;odo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>ALTERA&Ccedil;&Otilde;ES LEGISLATIVAS DEZEMBRO<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Contribui&ccedil;&atilde;o sobre sacos de pl&aacute;stico leves<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Portaria n.&ordm; 286-B\/2014, de 31 de dezembro procede &agrave; regulamenta&ccedil;&atilde;o do artigo 30&ordm; da Lei n.&ordm; 82-D\/2014, de 31 de Dezembro relativo &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o sobre os sacos de pl&aacute;stico leves, regulamentando nomeadamente, o estatuto do sujeito passivo, os procedimentos aplic&aacute;veis &agrave; introdu&ccedil;&atilde;o no consumo, a liquida&ccedil;&atilde;o, o pagamento e outras formalidades aplic&aacute;veis &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Or&ccedil;amento do Estado para 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei n.&ordm; 82-B\/2014, de 31 de dezembro publicou o Or&ccedil;amento do Estado para 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Or&ccedil;amento ser&aacute; objeto de uma Newsletter aut&oacute;noma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Regime de Comunica&ccedil;&atilde;o de Informa&ccedil;&otilde;es Financeiras &#8211; FATCA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Lei do Or&ccedil;amento do Estado para 2015, publicou o Regime de Comunica&ccedil;&atilde;o de Informa&ccedil;&otilde;es Financeiras destinado a assegurar as condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a aplica&ccedil;&atilde;o dos mecanismos de coopera&ccedil;&atilde;o internacional e de combate &agrave; evas&atilde;o fiscal previstos na Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e os Estados Unidos da Am&eacute;rica (EUA) para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento e no Foreign Account Tax Compliance Act (FATCA).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O referido regime de comunica&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&otilde;es financeiras aplica-se:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">a) &Agrave;s institui&ccedil;&otilde;es financeiras com sede ou dire&ccedil;&atilde;o efetiva em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s e, bem assim, &agrave;s sucursais situadas em territ&oacute;rio portugu&ecirc;s de institui&ccedil;&otilde;es financeiras com sede no estrangeiro que,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">b) Nos termos definidos no regime sejam consideradas (i) institui&ccedil;&atilde;o de dep&oacute;sito, (ii) institui&ccedil;&atilde;o de cust&oacute;dia, (iii) entidade de investimento ou (iv) empresa de seguros especificada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ao abrigo deste regime, as institui&ccedil;&otilde;es financeiras abrangidas devem aplicar os procedimentos de dilig&ecirc;ncia devida para a identifica&ccedil;&atilde;o de todas as contas financeiras abrangidas e que sejam qualificadas como &ldquo;Contas dos EUA sujeitas a comunica&ccedil;&atilde;o&rdquo; ou sejam detidas por institui&ccedil;&otilde;es financeiras consideradas n&atilde;o participantes nos termos da legisla&ccedil;&atilde;o FATCA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No que respeita &agrave;s informa&ccedil;&otilde;es abrangidas pela obriga&ccedil;&atilde;o de comunica&ccedil;&atilde;o, o regime ora aprovado estabelece o aumento progressivo do n&iacute;vel de informa&ccedil;&atilde;o a comunicar e que iniciar&aacute;, em 2015, de forma limitada e apenas em 2017 obrigar&aacute; &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o de todos os elementos previstos no regime.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por fim, cabe ainda referir que o regime estabelece que o cumprimento das obriga&ccedil;&otilde;es nele previstas derroga o dever de sigilo que impende sobre as institui&ccedil;&otilde;es financeiras e que, no que respeita &agrave; prote&ccedil;&atilde;o de dados pessoais, cabe &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es financeira informar os titulares das contas sujeitas a comunica&ccedil;&atilde;o e que sejam pessoas singulares sobre a obriga&ccedil;&atilde;o legal de recolha e transmiss&atilde;o dos dados relativos a essas contas identificando como destinat&aacute;rios da informa&ccedil;&atilde;o a AT e a autoridade competente dos EUA definida nos termos do acordo a celebrar anualmente com os EUA para que essas pessoas possam exercer os seus direitos em mat&eacute;ria de prote&ccedil;&atilde;o de dados em momento anterior &agrave; comunica&ccedil;&atilde;o das informa&ccedil;&otilde;es &agrave; AT.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Altera&ccedil;&otilde;es ao C&oacute;digo do IRC<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada em Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica a Lei n.&ordm; 82-C\/2014, de 31 de dezembro, que introduziu altera&ccedil;&otilde;es ao C&oacute;digo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (IRC), designadamente:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&#8211; Alargamento da op&ccedil;&atilde;o pela aplica&ccedil;&atilde;o do Regime Especial de Tributa&ccedil;&atilde;o dos Grupos de Sociedades (RETGS) a grupos cujas sociedades dominantes tenham sede ou dire&ccedil;&atilde;o efetiva noutro Estado-Membro da Uni&atilde;o Europeia ou no Espa&ccedil;o Econ&oacute;mico Europeu (caso exista obriga&ccedil;&atilde;o de coopera&ccedil;&atilde;o administrativa);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&#8211; Passam a estar sujeitos a tributa&ccedil;&atilde;o aut&oacute;noma os encargos efetuados ou suportados por sujeitos passivos, relacionados com viaturas ligeiras de mercadorias referidas na al&iacute;nea b) do n.&ordm; 1 do artigo 7.&ordm; do C&oacute;digo do Imposto sobre Ve&iacute;culos;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&#8211; O per&iacute;odo m&iacute;nimo de deten&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o para efeitos da dispensa de reten&ccedil;&atilde;o na fonte sobre os lucros e reservas distribu&iacute;dos a entidades residentes, aos quais seja aplic&aacute;vel o regime de participation exemption, aumenta para 24 meses (anteriormente 12 meses);<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Reforma do IRS<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Procede a uma reforma da tributa&ccedil;&atilde;o das pessoas singulares, orientada para a fam&iacute;lia, para a simplifica&ccedil;&atilde;o e para a mobilidade social, altera o C&oacute;digo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares, o C&oacute;digo do Imposto do Selo, o Estatuto dos Benef&iacute;cios Fiscais, a Lei Geral Tribut&aacute;ria, o C&oacute;digo de Procedimento e de Processo Tribut&aacute;rio, o Regime Geral das Infra&ccedil;&otilde;es Tribut&aacute;rias e o Decreto-Lei n.&ordm; 26\/99, de 28 de janeiro, e revoga o Decreto-Lei n.&ordm; 42\/91, de 22 de janeiro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Reforma do IRS ser&aacute; objeto de uma Newsletter aut&oacute;noma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Coeficiente de desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Portaria n.&ordm; 281\/2014, de 30 de dezembro aprova os coeficientes de desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda para efeitos de corre&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria dos valores de aquisi&ccedil;&atilde;o de determinados bens e direitos alienados durante o ano de 2014, cujos valores devam ser atualizados anualmente, nos termos dos artigos 47&ordm; do C&oacute;digo do IRC e 50&ordm; do C&oacute;digo do IRS, para efeitos de determina&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria colet&aacute;vel dos referidos impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Modelo 22 &ndash; Novo Formul&aacute;rio para 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O presente despacho aprova as altera&ccedil;&otilde;es &agrave; declara&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de rendimentos modelo 22, respetivos anexos e instru&ccedil;&otilde;es. Este impresso entra em vigor a partir de 1 de janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Adapta&ccedil;&atilde;o progressiva ao regime de comunica&ccedil;&atilde;o dos elementos das faturas pelos sujeitos passivos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mantendo-se a necessidade de se garantir uma adapta&ccedil;&atilde;o progressiva ao regime de comunica&ccedil;&atilde;o dos elementos das faturas pelos sujeitos passivos referidos no artigo 2.&ordm; da Portaria n.&ordm; 426-A\/2012, de 28 de dezembro, procede-se agora &agrave; extens&atilde;o dos efeitos da referida disposi&ccedil;&atilde;o transit&oacute;ria para o ano de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Novos modelos de formul&aacute;rios para efeitos de isen&ccedil;&atilde;o ou redu&ccedil;&atilde;o de reten&ccedil;&atilde;o na fonte de imposto e de reembolso parcial ou total de imposto retido na fonte, relativamente a pagamentos de juros e ou royalties efetuados a sociedades associadas de diferentes Estados-Membros da Uni&atilde;o Europeia e da Confedera&ccedil;&atilde;o Su&iacute;&ccedil;a<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por Despacho n.&ordm; 15598\/2014, de 26 de dezembro do Gabinete do Secret&aacute;rio de Estado dos Assuntos Fiscais, foram publicados os novos formul&aacute;rios modelos n.&ordm;s 01-DJR e 02-DJR que entraram em vigor no dia 27 de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Nova Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 3 (IRS) 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada a Portaria n.&ordm; 276\/2014, que aprova a nova declara&ccedil;&atilde;o peri&oacute;dica de rendimentos Modelo 3, respetivos anexos e instru&ccedil;&otilde;es. Este formul&aacute;rio est&aacute; em vigor a partir de 1 de janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Crit&eacute;rios e procedimentos a adotar na transmiss&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estabelece os crit&eacute;rios e procedimentos de controlo a adotar na transmiss&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais e do direito &agrave; dedu&ccedil;&atilde;o dos gastos de financiamento l&iacute;quidos, no &acirc;mbito de opera&ccedil;&otilde;es de cis&atilde;o ou de entrada de ativos e estabelece os elementos que devem constar do requerimento, a apresentar junto da AT.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Folha de Rosto e novos modelos de impressos da IES<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Portaria n.&ordm; 271\/2014, de 23 de dezembro aprova a folha de rosto e os novos modelos de impressos, relativos a anexos que fazem parte integrante do modelo declarativo da informa&ccedil;&atilde;o empresarial simplificada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Reembolsos de IVA<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi divulgado o Despacho n.&ordm; 17\/2014, de 26 de dezembro de 2014, do Secret&aacute;rio de Estado dos Assuntos Fiscais, que altera e republica o Despacho Normativo n.&ordm; 18-A\/2010, de 1 de julho, relativo aos pedidos de reembolso de IVA.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Entre outras, salientam-se as seguintes altera&ccedil;&otilde;es:<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&#8211; A concess&atilde;o do reembolso de IVA passa tamb&eacute;m a estar dependente da comunica&ccedil;&atilde;o &agrave; AT de todas as faturas emitidas no per&iacute;odo ou nos per&iacute;odos anteriores, e da inexist&ecirc;ncia de diverg&ecirc;ncias entre os valores comunicados e os valores declarados do imposto liquidado e dedut&iacute;vel; e,<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">&#8211; A desmaterializa&ccedil;&atilde;o do pedido de presta&ccedil;&atilde;o de garantias, passando todos os atos integrados no processo de reembolso de IVA a ser realizados unicamente por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados, com recurso ao Portal das Finan&ccedil;as.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Estas altera&ccedil;&otilde;es produzem efeitos a 1 de janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Instru&ccedil;&otilde;es de Preenchimento da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 10<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foram publicadas e aprovadas, pela Portaria n.&ordm; 274\/2014, as instru&ccedil;&otilde;es de preenchimento da Declara&ccedil;&atilde;o Modelo 10, destinada a dar cumprimento &agrave; obriga&ccedil;&atilde;o declarativa a que se referem a subal&iacute;nea ii) da al&iacute;nea c) e a al&iacute;nea d) do n.&ordm; 1 do artigo 119.&ordm; do C&oacute;digo do IRS e o artigo 128.&ordm; do C&oacute;digo do IRC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Taxa ISP 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada a Portaria n.&ordm; 270-A\/2014, a qual fixa a taxa a favor do Instituto de Seguros de Portugal para o ano de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Taxa de juros de mora para 2015<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Aviso n.&ordm; 130\/2015, de 22 de dezembro de 2014, da Ag&ecirc;ncia de Gest&atilde;o da Tesouraria e da D&iacute;vida P&uacute;blica (IGCP, E.P.E.), publicado no Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica de 7 de janeiro de 2015, fixa a taxa anual de juros de mora aplic&aacute;vel &agrave;s d&iacute;vidas ao Estado e a outras entidades p&uacute;blicas em 5,476%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A referida taxa &eacute; aplic&aacute;vel desde 1 de janeiro de 2015.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Circular n.&ordm; 5\/2014, de 12 de Dezembro &#8211; ISP<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto de Seguros de Portugal emitiu a Circular n.&ordm; 5\/2014, de 12 de dezembro, que vem reiterar a necessidade de as empresas de seguros e grupos seguradores com sede em Portugal prosseguirem com os trabalhos preparat&oacute;rios com vista &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o do regime Solv&ecirc;ncia II e a adotarem as medidas necess&aacute;rias para o efeito. No sentido de fazer um ponto de situa&ccedil;&atilde;o sobre o grau de prepara&ccedil;&atilde;o das referidas empresas de seguros e grupos seguradores, o Instituto de Seguros de Portugal solicita que os mesmos enviem a este Instituto as informa&ccedil;&otilde;es indicadas na Circular n.&ordm; 5\/2004 e no anexo &agrave; Circular.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Novo C&oacute;digo Fiscal do Investimento &#8211; Decreto-Lei n.&ordm; 162\/2014, de 31 de outubro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicada em Di&aacute;rio da Rep&uacute;blica a Lei n.&ordm; 162\/2014, de 31 de outubro, que aprova um novo C&oacute;digo Fiscal do Investimento e procede &agrave; revis&atilde;o dos regimes de benef&iacute;cios fiscais ao investimento produtivo, e respetiva regulamenta&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na sequ&ecirc;ncia da reforma do IRC e com o objetivo de intensificar o apoio ao investimento, favorecendo o crescimento sustent&aacute;vel, a cria&ccedil;&atilde;o de emprego, e contribuindo para o refor&ccedil;o da estrutura de capital das empresas, o Governo prop&otilde;e-se agora promover a revis&atilde;o global dos regimes de benef&iacute;cios ao investimento e &agrave; capitaliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste contexto, o Governo considerou premente a revis&atilde;o do C&oacute;digo Fiscal do Investimento de modo a, por um lado, adapt&aacute;-lo ao novo quadro legislativo europeu aplic&aacute;vel aos aux&iacute;lios estatais para o per&iacute;odo 2014-2020 e, por outro lado, refor&ccedil;ar os diversos regimes de benef&iacute;cios fiscais ao investimento, em particular no que se refere a investimentos que proporcionem a cria&ccedil;&atilde;o ou manuten&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho e se localizem em regi&otilde;es menos favorecidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, e no que se refere aos benef&iacute;cios fiscais contratuais, &eacute; aumentado o limite m&aacute;ximo do cr&eacute;dito de imposto em sede de IRC, sendo aumentadas as majora&ccedil;&otilde;es previstas para investimentos realizados em regi&otilde;es com um poder de compra per capita significativamente inferior &agrave; m&eacute;dia nacional, que proporcionem a cria&ccedil;&atilde;o ou a manuten&ccedil;&atilde;o de postos de trabalho ou que contribuam para a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica ou para a prote&ccedil;&atilde;o do ambiente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por outro lado, relativamente ao Regime Fiscal de Apoio ao Investimento, &eacute; tamb&eacute;m aumentado o limite do cr&eacute;dito de imposto em sede de IRC, sendo ainda alargado o per&iacute;odo m&aacute;ximo de isen&ccedil;&atilde;o de Imposto Municipal sobre Im&oacute;veis, bem como o &acirc;mbito de aplica&ccedil;&atilde;o da isen&ccedil;&atilde;o de Imposto do Selo, incentivando o empreendedorismo, a inova&ccedil;&atilde;o e favorecendo a cria&ccedil;&atilde;o de empresas com estruturas de capital saud&aacute;veis.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o do Conselho de Ministros n.&ordm; 62\/2014, de 4 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova minutas de aditamento a contratos fiscais de investimento, a contratos de investimento e a contratos de concess&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais e declara a resolu&ccedil;&atilde;o de contratos de investimento e de contratos de concess&atilde;o de benef&iacute;cios fiscais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 91\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e Barbados para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Londres, a 22 de outubro de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 92\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica do Senegal para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Lisboa, em 13 de junho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 101\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e Barbados para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Londres, em 22 de outubro de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 102\/2014, de 12 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica do Senegal para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Lisboa, em 13 de junho de 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 95\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de S&atilde;o Marino para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em S&atilde;o Marino em 18\/11\/2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Resolu&ccedil;&atilde;o da Assembleia da Rep&uacute;blica n.&ordm; 96\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aprova a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica Federal da Eti&oacute;pia para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Adis Abeba, a 25\/05\/2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 103\/2014, de 13 de novembro<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica de S&atilde;o Marino para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em S&atilde;o Marino em 18\/11\/2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; <\/strong>Decreto do Presidente da Rep&uacute;blica n.&ordm; 104\/2014, de 13 de novembro &#8211; Ratifica a Conven&ccedil;&atilde;o entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica Democr&aacute;tica Federal da Eti&oacute;pia para Evitar a Dupla Tributa&ccedil;&atilde;o e Prevenir a Evas&atilde;o Fiscal em Mat&eacute;ria de Impostos sobre o Rendimento, assinada em Adis Abeba, a 25\/05\/2013.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es &ndash; Inser&ccedil;&atilde;o de valores negativos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em 3 de dezembro, por despacho do Diretor Geral da Autoridade Tribut&aacute;ria, foi disponibilizado um novo formato de ficheiro bem como uma nova vers&atilde;o da aplica&ccedil;&atilde;o para entrega da DMR que permita a inser&ccedil;&atilde;o de valores negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es &ndash; Presta&ccedil;&atilde;o de esclarecimentos<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Dire&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os do IRS publicou o Of&iacute;cio-circulado n.&ordm; 20173\/2014, de 14 de dezembro, para presta&ccedil;&atilde;o de esclarecimentos sobre o reporte de valores negativos pelas entidades pagadoras de rendimentos quando procederem, em determinadas situa&ccedil;&otilde;es, a acertos relativamente a rendimentos pagos e a reten&ccedil;&otilde;es na fonte efetuadas em meses anteriores do mesmo ano, os quais podem originar, no m&ecirc;s do acerto, valores negativos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>INSTRU&Ccedil;&Otilde;ES ADMINISTRATIVAS<\/strong><\/span>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; IVA &#8211; Mini Balc&atilde;o &Uacute;nico (MOSS). Localiza&ccedil;&atilde;o das Opera&ccedil;&otilde;es no territ&oacute;rio nacional<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Of&iacute;cio-circulado n.&ordm; 30166\/2014 vem clarificar a aplica&ccedil;&atilde;o dos procedimentos relativos ao MOSS, bem como a aplica&ccedil;&atilde;o das novas regras de localiza&ccedil;&atilde;o aplic&aacute;veis &agrave;s presta&ccedil;&otilde;es de servi&ccedil;os de telecomunica&ccedil;&otilde;es, de radiodifus&atilde;o ou televis&atilde;o e servi&ccedil;os por via eletr&oacute;nica, efetuadas a n&atilde;o sujeitos passivos nas Regi&otilde;es Aut&oacute;nomas da Madeira e dos A&ccedil;ores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&bull; Pagamento de reten&ccedil;&otilde;es na fonte de IRS\/IRC e Imposto de Selo.<\/strong>\n<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Foi publicado o Oficio-circulado n.&ordm; 90019\/2014, de 29 de dezembro pela &Aacute;rea de Cobran&ccedil;a da AT divulgando o entendimento dos servi&ccedil;os sobre o preenchimento dos modelos designadamente, os c&oacute;digos relativos aos rendimentos sujeitos a Imposto do Selo, iniciando-se em 1 de janeiro de 2015 a obrigatoriedade da sua utiliza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4031","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4031","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4031"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4031"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4031"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4031"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4031"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4031"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}