{"id":4154,"date":"2016-12-06T23:00:00","date_gmt":"2016-12-06T23:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-noticias-novembro-2016","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-noticias-novembro-2016\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Novembro 2016"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<br \/>\n\t<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste per&iacute;odo destacamos o Programa Especial de Redu&ccedil;&atilde;o do Endividamento ao Estado &ndash; o &ldquo;PERES&rdquo; &ndash; que estabelece um regime excecional de regulariza&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas de natureza fiscal e de<br \/>\n\td&iacute;vidas de natureza contributiva &agrave; seguran&ccedil;a social, atrav&eacute;s de pagamento integral ou pagamento em presta&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>NOVIDADES LEGISLATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Decreto-Lei n.&ordm; 67\/2016, de 3 de novembro &ndash; Aprova o programa especial de redu&ccedil;&atilde;o do endividamento ao Estado.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Este diploma aprova o Programa Especial de Redu&ccedil;&atilde;o do Endividamento ao Estado (&ldquo;PERES&rdquo;). O presente decreto-lei aprova um regime excecional de regulariza&ccedil;&atilde;o de d&iacute;vidas de natureza fiscal e de d&iacute;vidas<br \/>\n\tde natureza contributiva &agrave; seguran&ccedil;a social, atrav&eacute;s de pagamento integral ou pagamento em presta&ccedil;&otilde;es e entra em vigor no dia seguinte ao da sua publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Este regime distingue-se de forma significativa de outros regimes de regulariza&ccedil;&atilde;o extraordin&aacute;ria adotados nos &uacute;ltimos anos, em aspetos fundamentais: por n&atilde;o exigir o pagamento integral imediato das d&iacute;vidas, est&aacute;<br \/>\n\torientado para contribuintes que pretendem regularizar a sua situa&ccedil;&atilde;o, ainda que possam n&atilde;o dispor da capacidade financeira para solver de uma s&oacute; vez as suas d&iacute;vidas; por se dirigir apenas &agrave;s d&iacute;vidas j&aacute;<br \/>\n\tconhecidas da AT e da Seguran&ccedil;a Social e n&atilde;o ter qualquer diminui&ccedil;&atilde;o das san&ccedil;&otilde;es penais, n&atilde;o permite o branqueamento de situa&ccedil;&otilde;es de fraude ou evas&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Deste modo, atrav&eacute;s do presente decreto-lei, o Governo define um novo quadro especial para a regulariza&ccedil;&atilde;o das d&iacute;vidas ao Estado, permitindo o pagamento volunt&aacute;rio de d&iacute;vidas fiscais e contributivas, de forma<br \/>\n\tintegral ou atrav&eacute;s de um plano prestacional, com dispensa ou redu&ccedil;&atilde;o do pagamento de juros e outros encargos associados &agrave; d&iacute;vida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Decreto-Lei n.&ordm; 66\/2016, de 3 de novembro &ndash; Estabelece um regime facultativo de reavalia&ccedil;&atilde;o do ativo fixo tang&iacute;vel e propriedades de investimento, no uso da autoriza&ccedil;&atilde;o legislativa concedida pelo artigo 141.&ordm; da Lei n.&ordm; 7-A\/2016, de 30 de mar&ccedil;o.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Este Decreto-lei estabelece um regime facultativo de reavalia&ccedil;&atilde;o do ativo fixo tang&iacute;vel afeto ao exerc&iacute;cio de uma atividade comercial, industrial ou agr&iacute;cola e das propriedades de investimento, no uso da autoriza&ccedil;&atilde;o<br \/>\n\tlegislativa concedida pelo artigo 141.&ordm; da Lei n.&ordm; 7-A\/2016, de 30 de mar&ccedil;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Em caso de op&ccedil;&atilde;o pelo regime estabelecido no presente decreto-lei, &eacute; devida uma tributa&ccedil;&atilde;o aut&oacute;noma especial equivalente a 14 % do valor da reserva de reavalia&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Este diploma entra em vigor no dia seguinte ao da sua publica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Decreto n.&ordm; 4\/2016, de 10 de novembro &ndash; Acordo de Coopera&ccedil;&atilde;o Econ&oacute;mica entre Portugal e Tun&iacute;sia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Este decreto aprova o Acordo de Coopera&ccedil;&atilde;o Econ&oacute;mica entre a Rep&uacute;blica Portuguesa e a Rep&uacute;blica da Tun&iacute;sia, assinado em Tunes, a 23 de mar&ccedil;o de 2010.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Decreto-Regulamentar n.&ordm; 5\/2016, de 18 de novembro &ndash; Estabelece os limites m&aacute;ximos das perdas por imparidade e outras corre&ccedil;&otilde;es de valor para risco espec&iacute;fico de cr&eacute;dito dedut&iacute;veis para efeitos do apuramento do lucro tribut&aacute;vel em imposto sobre o rendimento das pessoas coletivas<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O presente diploma estabelece os limites m&aacute;ximos das perdas por imparidade e outras corre&ccedil;&otilde;es de valor para risco espec&iacute;fico de cr&eacute;dito dedut&iacute;veis para efeitos do apuramento do lucro tribut&aacute;vel em IRC,<br \/>\n\tbem como as regras a observar na sua determina&ccedil;&atilde;o, nos termos previstos no n.&ordm; 2 do artigo 28.&ordm;-A e no n.&ordm; 1 do artigo 28.&ordm;-C do C&oacute;digo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas (C&oacute;digo do IRC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O montante anual acumulado n&atilde;o pode ultrapassar o que corresponder &agrave; aplica&ccedil;&atilde;o dos limites m&iacute;nimos obrigat&oacute;rios estabelecidos no Aviso do Banco de Portugal n.&ordm; 3\/95 para as provis&otilde;es para risco espec&iacute;fico<br \/>\n\tde cr&eacute;dito. Assim perdas por imparidade e outras corre&ccedil;&otilde;es de valor para risco espec&iacute;fico de cr&eacute;dito s&oacute; s&atilde;o aceites quando relativas a cr&eacute;ditos resultantes da atividade normal, n&atilde;o abrangendo<br \/>\n\tos seguintes: (i) os cr&eacute;ditos em que Estado, regi&otilde;es aut&oacute;nomas, autarquias e outras entidades p&uacute;blicas tenham prestado aval; (ii) os cr&eacute;ditos cobertos por direitos reais sobre bens im&oacute;veis; (iii) os cr&eacute;ditos<br \/>\n\tgarantidos por contratos de seguro de cr&eacute;dito ou cau&ccedil;&atilde;o, com exce&ccedil;&atilde;o da import&acirc;ncia correspondente &agrave; percentagem do descoberto obrigat&oacute;rio e (iv) os cr&eacute;ditos nas condi&ccedil;&otilde;es previstas<br \/>\n\tnas al&iacute;neas c) e d) do n.&ordm; 3 do artigo 28.&ordm;-B do C&oacute;digo do IRC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Portaria n.&ordm; 293-A\/2016, de 18 de novembro &ndash; Estabelece as condi&ccedil;&otilde;es e procedimentos para a aplica&ccedil;&atilde;o do disposto no n.&ordm; 2 do artigo 10.&ordm; do regime especial aplic&aacute;vel aos ativos por impostos diferidos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A presente portaria estabelece, o regime especial aplic&aacute;vel aos ativos por impostos diferidos bem como as condi&ccedil;&otilde;es e procedimentos para a sua aplica&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O regime especial aplica-se aos casos de ativos por impostos diferidos que tenham resultado da n&atilde;o dedu&ccedil;&atilde;o de gastos e varia&ccedil;&otilde;es patrimoniais negativas com perdas por imparidade em cr&eacute;ditos e com benef&iacute;cios<br \/>\n\tp&oacute;s-emprego ou a longo prazo de empregados. Ao abrigo deste regime especial, s&atilde;o atribu&iacute;dos ao Estado direitos de convers&atilde;o que conferem ao seu titular o direito de exigir ao sujeito passivo o respetivo aumento do capital,<br \/>\n\tatrav&eacute;s da incorpora&ccedil;&atilde;o do montante da reserva especial e consequente emiss&atilde;o e entrega gratuita de a&ccedil;&otilde;es ordin&aacute;rias representativas do capital social daquele.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Lei n.&ordm; 36\/2016, de 21 de novembro &ndash; Isenta de imposto sobre o valor acrescentado a doa&ccedil;&atilde;o de bens m&oacute;veis a museus da Rede Portuguesa de Museus<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A presente lei isenta de imposto sobre o valor acrescentado as (i) transmiss&otilde;es de bens a t&iacute;tulo gratuito efetuadas para posterior distribui&ccedil;&atilde;o a pessoas carenciadas, efetuadas ao Estado, a institui&ccedil;&otilde;es particulares<br \/>\n\tde solidariedade social e a organiza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o-governamentais sem fins lucrativos; (ii) transmiss&otilde;es de livros a t&iacute;tulo gratuito efetuadas aos departamentos governamentais nas &aacute;reas da cultura e da educa&ccedil;&atilde;o,<br \/>\n\ta institui&ccedil;&otilde;es de car&aacute;ter cultural e educativo, a centros educativos de reinser&ccedil;&atilde;o social e a estabelecimentos prisionais e (iii) transmiss&otilde;es de bens a t&iacute;tulo gratuito efetuadas a entidades integradas<br \/>\n\tna Rede Portuguesa de Museus e destinadas a integrar as respetivas cole&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Despacho n.&ordm; 14076\/2016, de 23 de novembro &ndash; Despacho que aprova o Modelo 52 e respetivas instru&ccedil;&otilde;es de preenchimento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A declara&ccedil;&atilde;o Modelo 52 deve ser apresentada pelos sujeitos passivos de IRC ou de IRS com contabilidade organizada, que optaram por reavaliar, para efeitos fiscais, os elementos do seu ativo fixo tang&iacute;vel nos termos do Decreto-Lei<br \/>\n\t66\/2016 de 3 de novembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Esta declara&ccedil;&atilde;o deve ser enviada por transmiss&atilde;o eletr&oacute;nica de dados at&eacute; ao dia 15 de dezembro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O imposto decorrente dever&aacute; ser liquidado at&eacute; dia 15 de dezembro dos anos de 2016, 2017 e 2018.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>JURISPRUD&Ecirc;NCIA<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Ac&oacute;rd&atilde;o do TJCE, de 24 de novembro de 2016 &#8211; Tributa&ccedil;&atilde;o de dividendos de sociedades residentes em Estados terceiros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Foi tornado p&uacute;blico o Ac&oacute;rd&atilde;o do Tribunal de Justi&ccedil;a da Uni&atilde;o Europeia de 24 de novembro de 2016, referente ao Processo n.&ordm; C-464\/14, relativamente &agrave; interpreta&ccedil;&atilde;o a conferir aos artigos 63.&ordm;<br \/>\n\te 64.&ordm; do Tratado de Funcionamento da Uni&atilde;o Europeia (&ldquo;TFUE&rdquo;), aos artigos 31.&ordm;, 34.&ordm; e 89.&ordm; do Acordo entre as Comunidades Europeias e os seus Estados Membros, por um lado, e a Rep&uacute;blica da Tun&iacute;sia,<br \/>\n\tpor outro, assinado em Bruxelas, a 17 de julho de 1995, e aos artigos 31.&ordm;, 33.&ordm; e 85.&ordm; do Acordo entre a Comunidade Europeia e os seus Estados Membros, por um lado, e a Rep&uacute;blica do L&iacute;bano, por outro, assinado no Luxemburgo,<br \/>\n\ta 17 de junho de 2002, a prop&oacute;sito do tratamento fiscal dado, em sede de IRC, a dividendos distribu&iacute;dos a uma sociedade de direito portugu&ecirc;s por duas sociedades com sede, respetivamente, na Tun&iacute;sia e no L&iacute;bano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>Ac&oacute;rd&atilde;o n.&ordm; 568\/2016, de 25 de novembro do Tribunal Constitucional &ndash; An&aacute;lise da constitucionalidade da norma da verba 28 da Tabela Geral do Imposto do Selo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">O Tribunal Constitucional decidiu n&atilde;o julgar inconstitucional a norma da verba 28 da Tabela Geral do Imposto do Selo, na reda&ccedil;&atilde;o introduzida pela Lei n.&ordm; 55-A\/2012, de 29 de outubro, e alterada pela Lei n.&ordm; 83-C\/2013, de<br \/>\n\t31 de dezembro, que imp&otilde;e a tributa&ccedil;&atilde;o anual sobre a propriedade de pr&eacute;dio habitacional ou de terreno para constru&ccedil;&atilde;o cuja edifica&ccedil;&atilde;o, autorizada ou prevista, seja para habita&ccedil;&atilde;o,<br \/>\n\tcujo valor patrimonial tribut&aacute;rio seja igual ou superior a EUR 1 000 000,00<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4154","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4154","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4154"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4154"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4154"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4154"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4154"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4154"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}