{"id":4214,"date":"2017-11-02T23:00:00","date_gmt":"2017-11-02T23:00:00","guid":{"rendered":""},"modified":"-0001-11-30T00:00:00","modified_gmt":"-0001-11-29T23:00:00","slug":"advogados-fiscal-lisboa-noticias-novembro-2017","status":"publish","type":"publicacion","link":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/publicacion\/advogados-fiscal-lisboa-noticias-novembro-2017\/","title":{"rendered":"Alertas e Noticias fiscais &#8211; Novembro 2017"},"content":{"rendered":"<p>\n\t<em class=\"fa fa-file-pdf-o\"><\/em>&nbsp;<br \/>\n\t<em class=\"fa fa-download\"><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste per&iacute;odo destacamos a consagra&ccedil;&atilde;o do direito &agrave; declara&ccedil;&atilde;o conjunta de despesas e rendimentos com dependentes em sede de imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, a cria&ccedil;&atilde;o do Selo de<br \/>\n\tValida&ccedil;&atilde;o AT (SVAT) e as regras da sua atribui&ccedil;&atilde;o aos programas de contabilidade, relativamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do ficheiro de auditoria SAF-T (PT) e a atualiza&ccedil;&atilde;o dos coeficientes de desvaloriza&ccedil;&atilde;o<br \/>\n\tda moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2017.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"text-decoration: underline;\"><strong>NOVIDADES LEGISLATIVAS<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Direito &agrave; declara&ccedil;&atilde;o conjunta de despesas e rendimentos com dependentes em sede de imposto sobre o rendimento das pessoas singulares<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A Lei n.&ordm; 106 de 4 de setembro de 2017 altera o C&oacute;digo do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Singulares (C&oacute;digo do IRS), assegurando o direito &agrave; declara&ccedil;&atilde;o conjunta de despesas e rendimentos relativos a dependentes<br \/>\n\tem sede de IRS nas situa&ccedil;&otilde;es em que as responsabilidades parentais s&atilde;o exercidas por mais do que um sujeito passivo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Selo de Valida&ccedil;&atilde;o AT (SVAT) e regras da sua atribui&ccedil;&atilde;o aos programas de contabilidade, relativamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do ficheiro de auditoria SAF-T (PT)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A Portaria n.&ordm; 293\/2017, de 2 de outubro cria o Selo de Valida&ccedil;&atilde;o AT (SVAT) e define as regras da sua atribui&ccedil;&atilde;o aos programas de contabilidade, relativamente &agrave; produ&ccedil;&atilde;o do ficheiro de auditoria SAF-T<br \/>\n\t(PT).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">A Portaria n.&ordm; 321-A\/2007, de 26 de mar&ccedil;o, criou a obrigatoriedade de os sistemas de contabilidade e fatura&ccedil;&atilde;o passarem a estar dotados de mecanismos que possibilitassem a cria&ccedil;&atilde;o de um ficheiro normalizado contendo<br \/>\n\tum conjunto predefinido de dados, num formato leg&iacute;vel e comum, independente da origem do sistema que os produziu, designado por SAF-T (PT) &#8211; Standard Audit File for Tax Purposes. Com a Portaria n.&ordm; 363\/2010, de 23 de junho, foram definidas<br \/>\n\tas regras que os programas de fatura&ccedil;&atilde;o devem observar de forma a garantir a inviolabilidade da informa&ccedil;&atilde;o, definindo-se, em consequ&ecirc;ncia, que apenas os programas que respeitem os requisitos a&iacute; enunciados possam<br \/>\n\tser utilizados, ap&oacute;s certifica&ccedil;&atilde;o pela Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira (AT). Como resultado da certifica&ccedil;&atilde;o de software, uma vez que, entre outros, um dos requisitos para a certifica&ccedil;&atilde;o de um<br \/>\n\tprograma de fatura&ccedil;&atilde;o &eacute; a possibilidade de exporta&ccedil;&atilde;o do ficheiro com a estrutura da Portaria n.&ordm; 321<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">-A\/2007, SAF-T (PT) e no que respeita aos programas de fatura&ccedil;&atilde;o (como definidos na Portaria n.&ordm; 363\/2010), passaram a ser produzidos ficheiros normalizados de auditoria com qualidade, ao n&iacute;vel do conte&uacute;do e estrutura,<br \/>\n\tpossibilitando assim, n&atilde;o s&oacute; para os servi&ccedil;os de inspe&ccedil;&atilde;o tribut&aacute;ria, mas tamb&eacute;m para a generalidade das empresas de auditoria, contabilidade, outros organismos p&uacute;blicos, a an&aacute;lise e a auditoria<br \/>\n\tda informa&ccedil;&atilde;o produzida pelos mais diversos sistemas, num formato normalizado. A garantia da qualidade dos ficheiros SAF-T (PT) produzidos pelos programas inform&aacute;ticos de fatura&ccedil;&atilde;o, proporcionada pela certifica&ccedil;&atilde;o<br \/>\n\tde software de fatura&ccedil;&atilde;o, veio possibilitar o desenvolvimento de um conjunto de outras realidades de que s&atilde;o exemplo a comunica&ccedil;&atilde;o dos elementos das faturas e documentos de transporte ao sistema e-Fatura e o subsequente<br \/>\n\tpr&eacute;-preenchimento das declara&ccedil;&otilde;es de IRS, a partilha de informa&ccedil;&atilde;o entre diferentes plataformas de informa&ccedil;&atilde;o permitindo a gera&ccedil;&atilde;o de lan&ccedil;amentos contabil&iacute;sticos de forma automatizada,<br \/>\n\tcomo por exemplo, a importa&ccedil;&atilde;o para sistemas de contabilidade dos dados de sistemas de fatura&ccedil;&atilde;o, com reconhecida efici&ecirc;ncia na gest&atilde;o de recursos. A par desta evolu&ccedil;&atilde;o, na divulga&ccedil;&atilde;o<br \/>\n\tdo Simplex+ 2016, a medida 130 veio contemplar a automatiza&ccedil;&atilde;o do preenchimento de alguns anexos da IES\/DA, respetivamente, A e I, com base no ficheiro SAF-T (PT) de contabilidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Em virtude desta medida e do seu impacto na utiliza&ccedil;&atilde;o das contas pelas diferentes entidades, foi necess&aacute;rio adaptar a estrutura do ficheiro SAF-T (PT) &#8211; Portaria n.&ordm; 302\/2016, de 02 de dezembro, de forma a, por um lado, possibilitar<br \/>\n\ta exequibilidade da medida e, por outro, permitir uma melhor compreens&atilde;o e controlo da informa&ccedil;&atilde;o relativa &agrave; contabilidade. N&atilde;o estando a certifica&ccedil;&atilde;o de programas de contabilidade no &acirc;mbito da Portaria<br \/>\n\tn.&ordm; 363\/2010 de 02 de dezembro e n&atilde;o existindo para estes obriga&ccedil;&atilde;o equivalente no ordenamento jur&iacute;dico, nem tendo sido os programas de contabilidade objeto de testes pr&eacute;vios &agrave; sua utiliza&ccedil;&atilde;o,<br \/>\n\ttorna-se necess&aacute;rio garantir que os padr&otilde;es de qualidade, hoje reconhecidos aos ficheiros SAF-T (PT) produzidos por programas de fatura&ccedil;&atilde;o, se mant&ecirc;m para os ficheiros SAF-T (PT) produzidos pelos sistemas de contabilidade.<br \/>\n\tNeste sentido, a Autoridade Tribut&aacute;ria e Aduaneira facultar&aacute;, aos produtores de programas de contabilidade que o solicitem, um servi&ccedil;o semelhante ao prestado na certifica&ccedil;&atilde;o de programas de fatura&ccedil;&atilde;o,<br \/>\n\tpor forma a aconselhar procedimentos que resultem na cria&ccedil;&atilde;o e exporta&ccedil;&atilde;o de ficheiros de auditoria SAF-T (PT) com a qualidade desejada para os fins a que se destinam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong>&bull; Atualiza&ccedil;&atilde;o dos coeficientes de desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2017, cujo valor deva ser atualizado nos termos dos artigos 47.&ordm; do C&oacute;digo do IRC e 50.&ordm; do C&oacute;digo do IRS, para efeitos de determina&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria colet&aacute;vel dos referidos impostos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\">Nos termos da Portaria n.&ordm; 326\/2017, de 30 de outubro, s&atilde;o divulgados os coeficientes de desvaloriza&ccedil;&atilde;o da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante o ano de 2017, cujo valor deva ser atualizado nos termos dos artigos<br \/>\n\t47.&ordm; do C&oacute;digo do IRC e 50.&ordm; do C&oacute;digo do IRS, para efeitos de determina&ccedil;&atilde;o da mat&eacute;ria colet&aacute;vel dos referidos impostos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify; margin-left: 30px;\"><strong><\/strong><\/p><\/p>\n","protected":false},"featured_media":431,"template":"","categories":[],"area-de-practica":[],"publicaciones":[],"idioma-publicacion":[72],"areas-practica-publicacciones":[],"class_list":["post-4214","publicacion","type-publicacion","status-publish","has-post-thumbnail","hentry","idioma-publicacion-portugues"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion\/4214","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicacion"}],"about":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/publicacion"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/431"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4214"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4214"},{"taxonomy":"area-de-practica","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/area-de-practica?post=4214"},{"taxonomy":"publicaciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/publicaciones?post=4214"},{"taxonomy":"idioma-publicacion","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/idioma-publicacion?post=4214"},{"taxonomy":"areas-practica-publicacciones","embeddable":true,"href":"https:\/\/belzuz.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/areas-practica-publicacciones?post=4214"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}